Campo Grande News
14 de novembro de 2007
Judoca machuca coluna durante competição e morre
Campo Grande News
Morte de Judoca
13 de novembro de 2007
Comunidade de Judô no Facebook
12 de novembro de 2007
Judô luta Mundial que não é Mundial
| Seleção brasileira embarca hoje para "competição promocional" na China |
| Cúpula da modalidade no Brasil revela desconhecer status de torneio de equipes que acontece domingo no ginásio da Olimpíada-2008 |
| A seleção brasileira masculina de judô embarca hoje para a China, onde lutará no domingo um torneio anunciado como "Campeonato Mundial de Equipes" que não é o verdadeiro Mundial. E nem os principais dirigentes brasileiros sabem qual o real status da competição, marcada para o ginásio onde acontecerá a disputa dos Jogos Olímpicos de Pequim. |
| O primeiro dirigente consultado foi Ney Wilson, coordenador técnico internacional da CBJ (Confederação Brasileira de Judô). Indagado se o evento chinês -anunciado como "World Team Championships"- é o mesmo Mundial de Equipes disputado em Paris no ano passado, ele respondeu: "Sinceramente, essa é uma dúvida que também temos". |
| Já Paulo Wanderley Teixeira, presidente da entidade, não titubeou: "Não tem a quantidade de países de outras edições, mas é um torneio com os campeões continentais. É Campeonato Mundial mesmo". |
| Segundo o diretor de esporte da FIJ (Federação Internacional de Judô), não é assim. | ||||||||||||||||||
| "Essa competição é um campeonato por equipes promocional, organizada a nível mundial, e não tem o mesmo status do Campeonato Mundial da FIJ por Equipes de Nações", explicou o francês François Besson, em e-mail à Folha | ||||||||||||||||||
| O dirigente da FIJ pontuou as principais diferenças: o último evento acontece em intervalos de quatro anos e tem mais equipes que as participantes do torneio na China. | ||||||||||||||||||
Em Pequim, lutarão oito seleções. No Mundial de Equipes de Paris, vencido pela Geórgia no ano passado, a chave masculina tinha 17 times.
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10 de novembro de 2007
Previsão de recuperação de Derly é de seis semanas
9 de novembro de 2007
Ladrão leva surra ao assaltar cego campeão de judô
Um homem tentou, no último sábado, na cidade de Giessen, no sudoeste da Alemanha, roubar o pacote de cigarros de um homem cego e se deu mal: a vítima era um ex-campeão mundial de judô.
Segundo a polícia, depois de dar um soco no rosto da vítima aparentemente frágil e indefesa, o ladrão, para seu espanto, foi atirado ao chão. Ele não sabia que sua vítima era o ex-campeão mundial de judô na categoria deficiente visual.
O judoca de 33 anos manteve seu agressor atônito no chão até a chegada da polícia.
6 de novembro de 2007
Reunião qualifica centros de pesquisa de esporte e lazer nas universidades
Durante o encontro, os 31 coordenadores dos Centros mostrarão os resultados de estudos sobre o esporte e lazer aos demais gestores e agentes.
“Um dos objetivos das pesquisas científicas desenvolvidas pela Rede Cedes é justamente o de qualificar políticas públicas de inclusão social por meio do esporte. Trabalham também com a formulação de métodos para a capacitação dos agentes e gestores”, explica Ana Félix dos Santos, coordenadora-geral de Fomento a Produção e Difusão do Conhecimento Esportivo.
Consolidação da Rede Cedes - Nos dias 25 e 26 de outubro, os coordenadores de núcleos participaram de uma Reunião Nacional da Rede Cedes. O objetivo principal do encontro foi o de consolidar a Rede, que consta hoje em Instituições de Ensino Superior, públicas e particulares, de todas as regiões brasileiras. A partir daí, um documento com a compilação das discussões feitas no evento foi produzido.
Criada em 2003, a Rede conta atualmente com 22 pesquisas semi-induzidas em fase de conclusão e 19 novos projetos. O Ministério do Esporte contribui com 30 mil reais por pesquisa com a duração de 12 meses, selecionada através de edital. Durante a Reunião, foram discutidas maneiras de fortalecer os laços entre os centros de estudos, por meio de seminários, ferramentas virtuais, boletins, encontros e sub-redes temáticas.
Via de mão dupla - Assim como a Rede Cedes contribui com as universidades, os estudos são base para a formulação, avaliação e melhoria de políticas governamentais. “As pesquisas na área esportiva costumavam ter, em sua maioria, o foco tecnológico e de alto rendimento. A Rede veio para estimular e criar uma cultura nas faculdades de Educação Física de também pesquisar o esporte e lazer nas ciências humanas”, explica Ana Félix
Além da formação de agentes do Programa Esporte e Lazer da Cidade, a coordenadora-geral do Ministério cita também alguns exemplos de colaboração da Rede com as políticas públicas. Entre eles, estudos para o Observatórios do Torcedor, no intuito de saber se o Estatuto está sendo cumprido; pesquisas sobre o esporte e lazer para indígenas e quilombolas; aplicação da capoeira em atividades de inclusão social; avaliação de programas do Ministério do Esporte, das conferências feitas pelo órgão e do Sistema Nacional de Esporte.
2 de novembro de 2007
2º TROFÉU OTÁVIO DE SOUZA
- Pré Mirim / Mirim / Infantil / Infanto-Juvenil / Pré-Juvenil/
- Máster / S. Máster e Veteranos
- Juvenil (M/F) / Junior (M/F) / Sênior (M/F)
- Absolutos: Se houver tempo será disputado nas seguintes divisões de classes:
- Juvenil / Open (Junior + Senior ) e Master (A partir dos 30 anos)
- Dia 08 de novembro até as 12:00 horas: R$ 25,00
- Ao lado do nome do atleta deverá constar seu peso corporal.
- As inscrições deverão obedecer a orientação enviada pela FGJ no dia 23 / 10.
- Medalhas até 3º lugar ( 02 terceiros )
- Medalhas de participação aos não classificados até 10 anos.
- Troféu a filiada campeã geral masculino (Divisão Principal e Especial)
- Troféu a filiada campeã geral feminino (Divisão Principal e Especial)
- As filiadas classificadas em 2º e 3º lugares, em cada naipe, receberão certificados.
CAMPEONATO BRASILEIRO MASTER 2007
30 de outubro de 2007
Canto vai lutar por Pequim
Desde que terminou o Campeonato Mundial de Judô, mês passado, no Rio de Janeiro, os bastidores do esporte andam agitados. O motivo: o que fazer com dois judocas de alto nível numa mesma categoria? O caso envolve o atual campeão mundial da categoria meio-médio, Thiago Camilo, também medalhista olímpico de prata, em Sydney'2000, e Flávio Canto, bronze em Atenas'2004. Canto sofreu uma luxação no cotovelo direito e, por isso, ficou fora da disputa por uma vaga no Mundial. Nos últimos dias, os rumores eram de que os planos da Confederação Brasileira de Judô (CBJ) passavam por mudá-lo de categoria, subindo-o para a médio. O judoca diz que não sabe de nada. Ele esteve em Belo Horizonte, para proferir uma palesta para alunos da Fumec, dentro de uma mostra promovida pela universidade, falando sobre seu projeto social, através da Ong Instituto Reação, que faz um trabalho em favelas do Rio. O judoca diz que esse é um assunto que desconhece. "Nem o treinador, o (Luiz) Shinohara, e nem o coordenador da CBJ, Ney Wilson, me disseram nada sobre esse assunto. Só tomei conhecimento através da imprensa e levei um susto. Posso garantir que não tem nada disso." Canto diz que não tem o menor interesse em subir de categoria. "Quero ficar onde estou. Passei a vida inteira disputando seletivas e não vai ser agora que vou temer mais uma. Além do mais, temos ótimos judocas na categoria de cima. Estou pronto para fazer o que fiz a vida inteira, ou seja, lutar com o Thiago por uma vaga na equipe que vai a Pequim". Flávio voltou a treinar há duas semanas. Está cuidando da parte física e só na semana que vem voltará a treinar as lutas. "Preciso pegar ritmo". A volta ao tatame já tem data marcada. Ele vai integrar a Seleção Brasileira que disputará o Mundial por Equipes, em Pequim, de 12 a 18 de novembro. "Só lá vou saber como estou realmente, mas vou procurar dar o meu máximo, como sempre." Trabalho social - Desde 2002 Flávio Canto vem desenvolvendo um trabalho em quatro favelas do Rio de Janeiro (Rocinha, Tubiacanga, Pequena Cruzada e Cidade de Deus) com o Instituto Reação. "São cerca de mil meninos nesses núcleos e nós fomos primeiros do ranking carioca de 2005, ficamos em segundo em 2006 e estamos liderando este ano". Mas o projeto esteve perto de naufragar durante a crise aérea. "A Infraero ficou sem repassar a verba durante seis meses. Tive de tirar do bolso. Além disso, consegui outro tipo de ajuda, de algumas pessoas e algumas empresas. O pior já passou. A mais nova ajuda vem da família de Flávio. "Minha família doou uma casa que temos no Rio Comprido para fazer a Casa do Judô, que será destinada à formação de atletas de alto nível, vindos desse projeto nas favelas. Já tenho duas judocas, Raquel e Rafaela Lopes, que são irmãs, que foram campeãs pan-americanas no juvenil, esse ano".
Ivan Drumond Estado de Minas |