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28 de agosto de 2017

Charles Chibana está pronto para Mundial. "Vou batalhar muito para trazer uma medalha para o Brasil"

Judoca vai disputar nesta terça-feira (29) o Mundial, uma das competições mais importantes do calendário da modalidade

Charles Chibana vai disputar o Campeonato Mundial de Judô, em Budapeste, na Hungria, nesta terça-feira (29). O judoca do Esporte Clube Pinheiros compete na categoria até 66kg.

O judoca já é experiente em Mundial, possui três participações. Chegou até a semifinal na sua estreia em 2013, no Rio de Janeiro. Também foi convocado para Chelyabinsk em 2014, mas caiu nas oitavas de final. Já em 2015, em Astana, Chibana fez uma luta muito disputada contra o chinês Ma Duandin, mas perdeu para o asiático.

Nesta edição, ele espera fazer diferente. “Estou muito concentrado para poder fazer um bom Mundial. Vou batalhar muito para trazer uma medalha para o Brasil”, ressaltou.

O primeiro adversário de Chibana será Azamat Mukanov, do Cazaquistão. As preliminares serão a partir das 5h e as finais a partir das 11h (horário de Brasília). Para acompanhar a competição ao vivo, é só acessar www.ippon.tv ou portal live.ijf.org.

Chibana conquistou ótimos resultados na temporada. Conquistou um ouro, duas pratas e um bronze, quatro medalhas em cinco competições disputadas. Está no Top 10 do Ranking Mundial da Federação Internacional, melhor brasileiro da categoria até 66 kg.

MVP Sports

25 de agosto de 2017

Judoca Eric Takabatake está preparado para Mundial."Ralei o ano todo, espero trazer bons resultados"

Atleta do Esporte Clube Pinheiros vai disputar o Mundial, uma das competições mais importantes do calendário do judô

Eric Takabatake vai embarcar neste sábado (26) com parte da Seleção de Judô para Budapeste, na Hungria, para disputar o Campeonato Mundial, que será a partir de segunda-feira (28).

O judoca compete na categoria leve, até 60kg e representará o Brasil no primeiro dia de competição. As preliminares serão a partir das 5h e as finais às 11h (horário de Brasília).

Será a terceira participação do judoca em Mundiais. Nas edições que disputou, em Chelyabinsk 2014 e Astana 2015, alcançou duas vitórias em cada.

Nesta edição, ele espera fazer história pelo Brasil. “Estou bem preparado, nós treinamos bem o ano todo. A equipe está muito forte, tanto fisicamente como psicologicamente, acredito que vamos trazer bons resultados desse Mundial”, ressaltou.

Eric conquistou resultados notáveis na temporada. Até aqui, conquistou bronze no Aberto de Odivelas e Ouro no Pan-Americano. Está no Top 5 do Ranking Mundial da Federação Internacional, melhor brasileiro da categoria até 60 kg.

Os adversários de Eric serão definidos no sorteio das chaves, que está programado para domingo (27). O resultado do chaveamento será postado na página do atleta. 

Saiba como acompanhar o Campeonato Mundial de Judô

Para acompanhar a competição, é só acessar os sites www.ippon.tv ou live.ijf.org. Eles vão transmitir as lutas ao vivo.

MVP Sports

3 de julho de 2017

Brasileira vence líder do ranking mundial adulto

No fim de semana, foram disputados os Pan-Americanos de categorias de base no judô, e o Brasil, como de costume, conquistou a maioria das medalhas de ouro.

O principal resultado veio Ellen Santana, na categoria até 70kg. A jovem atleta derrotou a venezuelana Elvismar Rodriguez, líder do ranking mundial adulto, com uma chave de braço, ainda nas quartas de final. Resultado muito bom. Depois, seguiu na competição e levou a medalha de ouro.

Ellen tem 19 anos, participou de um torneio em Coimbra, Portugal, no início do ano, e ficou em sétimo lugar. Pelo que demonstrou no fim de semana pode, no ano que vem, brigar pela titularidade no time adulto do Brasil.

Elvismar terminou com o bronze e já está de olho no Mundial adulto, na Hungria, em agosto. Neste Mundial, a titular do Brasil será Maria Portela, que está entre as 10 melhores do ranking.

Globo Esporte

1 de julho de 2017

Paranaense é campeã do Pan-Americano Sub-18

Do Paraná para a América. A jovem judoca Bruna Bereza conquistou o título do Pan-Americano de Judô Sub-18 na noite desta sexta-feira (30), em competição realizada em Cancún, no México. A atleta paranaense realizou três lutas, enfrentou atletas dos Estados Unidos, Equador e Colômbia para se tornar a melhor judoca do continente na categoria -57kg. Um ótimo resultado para a líder do ranking nacional que em agosto vai representar o Brasil no Mundial Sub-18 no Chile.

O primeiro embate da judoca brasileira foi contra a americana Sara Golden e a luta foi até o final com a Bruna conseguindo a vitória por wazari. Na semifinal o confronto contra Daphne Echanique, do Equador, foi bem disputado. As duas atletas tomaram dois shidos e Bruna conseguiu a vitória novamente por wazari, avançando para a disputa da final.

Na final, disputada às 21h30 (horário de Brasília), a atleta brasileira fez um confronto digno de final pan-americana contra a colombiana Nikol Pencue, que vinha fazendo uma competição brilhante até então, mas na final a brasileira não deu chances para a adversária, dominou a final do começo ao fim e após derrubar a oponente de wazari conseguiu a imobilização e o ippon, conquistando assim o título pan-americano.

Agora Bruna Bereza, que representa a equipe Judô Tonietto, de Curitiba, se prepara para representar o Brasil no Mundial Sub-18 que será realizado em Santiago, no Chile, entre os dias 1° e 13 de agosto.

Conexão News

30 de junho de 2017

Eric Takabatake se anima com convocação para o Campeonato Mundial de Judô. "Vou buscar o Ouro"

Judoca, que está no Top-3 do Ranking Mundial, vai disputar uma das competições mais importantes do calendário da modalidade 

Eric Takabatake foi convocado para o Campeonato Mundial de Judô, que será na Hungria, do dia 28 de agosto a 03 de setembro. A lista, que conta com 18 judocas - 9 no masculino e 9 no feminino - foi divulgada pela Confederação Brasileira de Judô e teve como base o Ranking da Federação Internacional da modalidade. 

Eric está no Top-3 da categoria até 60 kg, sua melhor colocação da carreira e o melhor brasileiro da relação. 

Será a terceira participação do judoca em Mundial, uma das mais importantes competições do calendário. Nas duas edições que disputou, em Chelyabinsk 2014 e Astana 2015, ganhou as duas primeiras lutas e foi superado apenas nas oitavas-de-final. 

Desta vez, ele espera fazer história. “Estou animado. Será uma competição muito dura, mas estou me preparando muito bem para buscar o ouro”, afirmou Eric. 

Antes do compromisso, a equipe fará alguns treinamentos específicos. Eric viajará com a Seleção para a França no dia 17 de julho, onde ficarão por dez dias. 

MVP Sports

Seleção brasileira é convocada para o Campeonato Mundial de Judô – Budapeste 2017

CBJ selecionou 18 atletas para a competição individual e mais três para a disputa inédita por equipes mistas

A Confederação Brasileira de Judô convocou nesta quinta-feira, 29, os atletas que integrarão a seleção brasileira no Campeonato Mundial de Judô – Budapeste 2017, que acontecerá no período de 28 de agosto a 03 de setembro na capital húngara. Foram selecionados 18 judocas – 9 no feminino e 9 no masculino – para a competição individual, além de outros três para compor o time brasileiro na disputa inédita por equipes mistas.

Clique aqui e veja a ficha técnica dos 21 convocados.

“O Mundial é o nosso maior foco neste primeiro ano do ciclo olímpico Tóquio 2020 e estamos preparados para chegar bem a esta competição. Para isso, convocamos os nove melhores judocas brasileiros no Ranking Mundial da FIJ, tanto no feminino, quanto no masculino”, explicou Ney Wilson, gestor de Alto Rendimento da CBJ.

A seleção feminina terá duas estreantes e sete atletas que já participaram de Mundiais e Jogos Olímpicos. Stefannie Arissa Koyama (48kg) e Samanta Soares (78kg) lutarão uma competição deste nível pela primeira vez ao lado das experientes Érika Miranda (52kg), Rafaela Silva (57kg), Mariana Silva (63kg), Ketleyn Quadros (63kg), Maria Portela (70kg), Mayra Aguiar (78kg) e Maria Suelen Altheman (+78kg).

A formação masculina também será composta por novatos em Mundiais, como Phelipe Pelim (60kg) e Eduardo Yudi Santos (81kg), e atletas mais “rodados”, como Eric Takabatake (60kg), Charles Chibana (66kg), Marcelo Contini (73kg), Victor Penalber (81kg), Luciano Corrêa (100kg), David Moura (+100kg) e Rafael Silva “Baby” (+100kg).

A fase final de preparação já começa nesta quinta-feira, 29, com o embarque da seleção feminina para treinamento de campo internacional em Castelldefels, na Espanha, onde ficarão até o próximo dia 07. Já a seleção masculina treinará em Houlgate, na França, de 17 a 27 de julho.

A equipe completa se concentrará de 06 a 12 de agosto em Pindamonhangaba para mais um período de treinos e, no dia 19, começarão as saídas para a aclimatação em Paris, antes de embarcarem para a Hungria.

FIJ testará competição por equipes mistas pela primeira vez

Além desses atletas, a CBJ convocou outros três judocas para compor o time brasileiro na inédita disputa por equipes mistas. Eduardo Katsuhiro Barbosa (73kg), Eduardo Bettoni (90kg) e Beatriz Souza (+78kg) foram os escolhidos para competir apenas no evento por equipes.

Será a primeira vez que este tipo de competição acontecerá em um evento oficial da Federação Internacional de Judô. Nela, cada time será formado por seis judocas nos pesos 57kg, 70kg, +70kg, 73kg, 90kg e +90kg, mesmo modelo aprovado pelo Comitê Olímpico Internacional para os Jogos de Tóquio 2020.

PROGRAMAÇÃO DE TREINOS ATÉ O MUNDIAL

- 01 a 08 de Julho: Treinamento de Campo Feminino – Castelldefels/ESP

- 17 a 27 de julho: Treinamento de Campo Masculino – Houlgate/FRA

- 06 a 12 de agosto: Treinamento de Campo M & F – Pindamonhangaba/BRA

- 19 a 26 de agosto: Aclimatação Campeonato Mundial – Paris/FRA

- 28 de agosto a 03 de setembro: Campeonato Mundial Individual e Por Equipes – Budapeste/HUN


VEJA A LISTA DOS CONVOCADOS:

- SELEÇÃO BRASILEIRA FEMININA

48kg – Stefannie Arissa Koyama
52kg – Érika Miranda
57kg – Rafaela Silva
63kg – Mariana Silva
63kg – Ketleyn Quadros
70kg – Maria Portela
78kg – Mayra Aguiar
78kg – Samanta Soares
+78kg – Maria Suelen Altheman

- SELEÇÃO BRASILEIRA MASCULINA

60kg – Eric Takabatake
60kg – Phelipe Pelim
66kg – Charles Chibana
73kg – Marcelo Contini
81kg – Victor Penalber
81kg – Eduardo Yudi Santos
100kg – Luciano Corrêa
+100kg – David Moura
+100kg – Rafael Silva

- CONVOCADOS APENAS PARA A COMPETIÇÃO POR EQUIPES

73kg – Eduardo Katsuhiro Barbosa
90kg – Eduardo Bettoni
+78kg – Beatriz Souza

CBJ

29 de junho de 2017

Charles Chibana celebra convocação para o Campeonato Mundial de Judô. "Estou muito feliz"

O experiente judoca está no Top-10 do Ranking Mundial da Federação Internacional do Judô, sendo o melhor brasileiro da relação

Charles Chibana está na lista dos convocados para o Campeonato Mundial da modalidade, que será em Budapeste, do dia 28 de agosto a 03 de setembro. A relação foi divulgada pela Confederação Brasileira de Judô nesta quinta-feira (29), e conta com 18 judocas, sendo 9 no masculino e 9 no feminino.

Chibana celebrou a convocação: “Estou muito feliz. Meu objetivo é fazer uma boa competição, colocar em prática tudo que eu venho treinando. Ter um bom resultado no Mundial em um começo de ciclo Olímpico será ótimo para dar ainda mais motivação para Tóquio 2020”.

O judoca já é experiente em Mundial, disputou três edições. Chegou até a semifinal na sua estreia em 2013, no Rio de Janeiro. Também foi convocado para Chelyabinsk em 2014, mas caiu nas oitavas de final. Já em 2015, em Astana, Chibana fez uma luta muito disputada contra o chinês Ma Duandin, mas foi superado pelo asiático.

Antes do Mundial, a Seleção fará alguns treinamentos no Brasil e no exterior. Chibana viajará com a equipe para a França no dia 17 de julho, onde ficam por dez dias.

A escolha dos nomes para o Mundial foi baseada no Ranking da Federação Internacional do Judô. Charles Chibana está no Top-10 da categoria até 66 kg, sendo o melhor brasileiro.

MVP Sports

26 de junho de 2017

Judoca Eric Takabatake de volta ao Brasil após período de treinos no Japão

Eric Takabatake estava com a Delegação Brasileira em período de treinamentos no Japão

A Delegação Brasileira de judô que estava em período de treinos no Japão retornou ao Brasil na última sexta-feira (23). O judoca Eric Takabatake integrou a Seleção.

A equipe embarcou para Hamamatsu, cidade que será a sede da aclimatação da Seleção olímpica nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.

Após alguns dias, seguiram para a capital japonesa para participar do treinamento de campo internacional no Instituto Kodokan. Os atletas encontraram alguns ídolos do judô japonês, como Yasuhiro Yamashita e Kosei Inoue.

“Os treinos no Japão foram bons e muito puxados. Juntou muitas equipes fortes e assim conseguimos tirar uma experiência ótima”, afirmou Eric.

Agora, Eric retorna aos treinamentos no Clube Pinheiros.

MVP Sports





12 de junho de 2017

Depois de 4 anos, Eugenia Conte realiza Torneio Interno

Três medalhas em Venâncio Aires

No último sábado, os 80 judocas da Eugenia Conte participaram do evento comemorativo, no ginásio do CIEC, Torneio Interno de Judô. Depois de longos quatro anos novamente foi realizada uma competição interna no local. Muitos familiares e amigos se fizeram presentes para prestigiar o evento. Além do torneio, aconteceu o Segundo Brechó para a comunidade. Quem foi conferir, pode contar com valores bem acessíveis, além de contribuir com esse projeto social. Toda a verba arrecadada se destinará para auxiliar a comunidade do entorno e para ajudar o Judô da Eugenia Conte.

COPA VENÂNCIO AIRES – no mesmo dia, os judocas que treinam no Grêmio Náutico Gaúcho, Claiton, Kimberly e Mariana, representaram o nosso projeto na competição no Vale do Taquari. Mariana e Claiton conquistaram a medalha de prata e Kimberly ficou com o bronze. O professor Willy Schneider se sentiu muito orgulhoso de mais um feito de seus pupilos. “Eles disputaram contra os melhores judocas do Estado. Quero lembrar que, atualmente, o Rio Grande do Sul é o segundo melhor judô do Brasil”, finaliza.

PROJETO EUGÊNIA CONTE NA TVE – vejam o vídeo!






19 de maio de 2017

Charles Chibana disputa Grand Slam da Rússia, competição muito equilibrada do Circuito Mundial

Judoca desembarcou na Rússia, para competir no Grand Slam no sábado (20)

Charles Chibana desembarcou nesta quarta-feira (17) na Rússia, para disputar seu próximo desafio com a Seleção Brasileira em 2017, o Grand Slam de Ecaterimburgo.

O judoca compete na categoria até 66 kg e luta no sábado (20), primeiro dia de competição. O sorteio das chaves deverá ser na sexta-feira (19) pela manhã. 

"Treinei muito, estou preparado para a competição. Espero ir bem e sair com um resultado satisfatório", ressaltou Chibana. 

O judoca foi convocado para a Seleção Masculina, ao lado de Phelipe Pelim (60 kg), Marcelo Contini (73 kg), Victor Penalber (81 kg), Eduardo Bettoni (90 kg), Luciano Corrêa (100 kg), Rafael Buzacarini (100 kg), Rafael Silva (+100 kg) e David Moura (+100 kg). Já a equipe feminina será formada por Erika Miranda (52 kg), Sarah Menezes (52 kg), Rafaela Silva (57 kg), Mariana Silva (63 kg), Ketleyn Quadros (63 kg), Maria Portela (70 kg), Mayra Aguiar (78 kg), Maria Suelen Altheman (+78 kg) e Camila Tamakawa (+78 kg).

A competição deverá ser uma das mais equilibradas do Circuito Mundial e sempre reúne grandes nomes do judô. O Grand Slam dará 1.000 pontos ao primeiro colocado, 700 ao segundo e 500 aos terceiros. 

MVP Sports

25 de janeiro de 2017

Cerimônia dos melhores do ano de 2016 do judô paraense

No dia 27/01 (sexta feira) no Pará Clube, Tv. Lomas Valentinas, 1507, vai acontecer à cerimônia de premiação dos melhores do ano do Judô Paraense. A cerimônia começa às 19 h e serão premiados os melhores atletas por classe (idade), técnicos e demais personalidades do judô no estado do Pará.
Para o presidente da FPAJU, Walter Amaral, o significado da premiação é agraciar os destaques de cada um, pelo trabalho desenvolvido. Além disso, Walter diz que isto é apenas o simbolismo da vitória que cada personalidade trava internamente, para o desenvolvimento do corpo e da mente, para o benefício de todos. Walter Amaral também agradece a diretoria do Pará Clube pela parceria para a realização do evento.

12 de novembro de 2016

Como amarrar a faixa de judô - 2 modos

Um dos maiores problemas para o iniciante em artes marciais é como prender a faixa à cintura. Tenho visto que muitos não sabem quantas voltas são ou como realizar o nó. Neste vídeo, apresentaremos duas formas. 



6 de outubro de 2016

Após Rio 2016, Charles Chibana retoma treinamentos e mira grandes competições

Atleta já foca suas atenções em Tóquio 2020

Representante do Brasil nos Jogos Olímpicos Rio 2016 na categoria até 66kg, o judoca Charles Chibana já retomou seus treinamentos. Agora, vai buscar bons resultados nas demais competições do ano, além de aprimorar técnicas e pontos importantes do seu estilo de luta.

"Voltei para São Paulo logo após o fim. O objetivo agora é focar nas próximas competições e nas Olimpíadas de Tóquio a longo prazo", afirma Chibana. 

Existe a expectativa que o judoca participe do Grand Slam de Abu Dhabi, um dos mais concorridos da temporada. De certo, Chibana vai disputar o Grand Prix Interclubes pela agremiação em que treina, o Pinheiros, um dos mais fortes no cenário nacional da modalidade. 

Na equipe masculina de judô que representou o Brasil na Rio 2016, Chibana era o terceiro mais jovem. Em Tóquio, o medalhista de ouro nos Jogos Pan-Americanos em Toronto 2015 estará com 30 anos, mais maduro e pronto para dar o seu melhor na competição internacional. 

Para completar a temporada, Chibana pode vir a representar novamente o Brasil, desta vez nos Jogos Mundiais Militares, já que também é 3° sargento do exército nacional. 

MVP Sports

7 de setembro de 2016

O judô e o (falta de) espetáculo nos JJOO Rio 2016

Juro que me segurei para não escrever. Para terminar esta reflexão, queria primeiro assistir as lutas dos Jogos Paralímpicos. Contudo, a necessidade da escrita foi mais forte e com a certeza que os judocas paralímpicos darão o espetáculo que o público merece. 

Tenho lido, principalmente, nas redes sociais, acusações contra as apresentações dos atletas do judô nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Que teriam ficado aquém do esperado. Concordo em certo ponto, mas nada de surpreendente. Faz tempo que as regras tornaram o judô da FIJ – termo cunhado por um membro de um grupo máster de whatsapp – desinteressante e em muitos casos até sonolento. Depois destes JJOO do Rio, observei que os espectadores esperavam mais lutas vencidas por ippon e menos decisões por shido. Em seus comentários, advertiam que as lutas deveriam ser mais abertas, menos enrolação. Os judocas deveriam ter insistido mais nas projeções e menos na disputa por pegada. Deveriam parar de se jogar ao chão quando estavam com o kumikata inutilizável. Em suma, lutar judô, usando técnicas tradicionais e menos a do judô alternativo – comentaristas usaram em suas transmissões televisivas esse verbete - se expondo e se arriscando mais. Tudo isto seria para o bem do espetáculo e para a sobrevivência do judô. Concordando com muito e entendendo o outro lado, partirei para nas próximas linhas destrinchar sob o meu olhar. 

Não é de hoje que a Federação Internacional de Judô vem tentando tornar o judô mais atraente para o público que assiste pela televisão. Os esportes vêm se modernizando. A evolução, se assim pode ser dita, é um caminho natural para as modalidades esportivas, principalmente, as que estão no rol olímpico ou as que pretendem participar. O judô que estreou em 1964 nos Jogos Olímpicos de Tóquio também entrou nessa. Desde a sua estreia, as regras mudaram em muito. O número de categorias aumentou. O judogui diacrítico entrou em uso. As aplicações de penalidades foram alteradas. Existiam outras, além do shido e do hansoku-make, o chui e o keikoku. A menor pontuação koka foi extinta, entre outras coisas. O tempo de luta mudou e assim por diante. 

Em nome do retorno ao judô tradicional. A volta às origens japonesas. O uso de gola e manga. Em 2010, algumas restrições aconteceram em relação às técnicas conhecidas popularmente por catadas de perna. O kuchiki-taoshi, kibisu-gaeshi, morote-gari, kata-guruma, sukui-nage, obi-otoshi e kata-otoshi foram abolidos como ataques diretos, além do o te-guruma e do kata-guruma que poderiam ser feitos como contra ataque. A FIJ observou que os campeões treinavam apenas ataque às pernas, bem como as suas defesas, o que tornaria um judô desinteressante para quem assiste ou, como já dito acima, deturpando a sua essência. Esta proibição levantou alguns questionamentos. Competidores que se especializaram nestas técnicas deveriam se reinventar para continuarem competitivos. Outra: seria precipitada a ideia de não permitir o kata-guruma, uma vez que este está, inclusive, na terceira série do nage-no-kata. Portanto, uma heresia, uma contradição. Enfim, houve muita aceitação e muita discordância sobre este regramento. 

As modificações não pararam por aqui. A FIJ, em 2012, anunciou uma série de alterações nas regras da modalidade para 2013. As mudanças foram analisadas no Grand Slam de Paris, em fevereiro, e no Campeonato Mundial do Rio de Janeiro. Estas foram as em vigor nos Jogos Olímpicos do Rio. Para quem não sabe, foram retirados os árbitros laterais, deixando apenas o central e um do lado de fora, à frente de um monitor e uma conexão de rádio comunicador, para informar qualquer equívoco ou dúvida sobre pontuação ou penalidade. Foi diminuído o tempo de 5 minutos para 4 minutos nas lutas das mulheres e, em relação às punições, estas não contam mais pontos, apenas para efeito de desempate. Quando as lutas terminam empatadas foi instituído o ponto de ouro ou “golden score”. A prorrogação não tem limite de tempo. Vence quem marcar a primeira pontuação ou se o adversário receber advertência. 

Depois do exposto, entro no que de fato me instigou a escrever: o judô "feio" apresentado no Rio. Não é de hoje que o judô chegou a este nível de plasticidade. Se lembrarmos de que nos JJOO de Londres, após deixar o torneio, o campeão mundial e medalhista olímpico (Sidney e Pequim) Tiago Camilo disse - todo mundo está lutando com a regra e o judô acaba ficando feio. Eu sempre vou buscar o ippon, é o que me dá prazer -. Para mim, esta fala é muito emblemática. Em duas orações ele expressou o que de fato o esporte, dentro de uma área de lazer para uns e de trabalho profissional para outros, representa. Quando falo em lazer, penso que nenhum ou quase nenhum judoca olímpico tenha começado no esporte com a ideia de ser sua profissão. Com o tempo, foram sendo observadas valências que configurariam certa aptidão para competir em alto nível o que lhe proporcionaria viver disto, ou seja, iniciaram no tempo livre, em oposição às obrigações rotineiras, chegando ao alto-rendimento. 

Nos esportes, existem as figuras dos atores e dos espectadores. Dentro desta configuração, atores seriam os atletas, os que executam as tarefas em si, que se sustentam daquilo, por conseguinte, além das econômicas, há tensionamentos e outras implicações sociais e psicológicas. Estas articulações estariam na área das interrelações, onde uma cadeia de pessoas depende de seus resultados e o atleta sabe disto. Enquanto, os espectadores são as pessoas que vão em busca da excitação agradável, do hedonismo em assistir, quer seja in loco ou por televisionamento, um jogo interessante. 

A partir do pressuposto acima os interesses dos envolvidos em uma competição olímpica são diversos. Parece evidente que o atleta entra para o combate com a ideia de defender o seu sustento e da sua equipe. Ele busca a vitória para chegar ao pódio, o que lhe garantirá, em tese, melhores contratos. Melhores condições econômicas etc. Enquanto o público está atrás da diversão. Está procurando aquela excitação agradável, o frenesi e a catarse. Não que o judoca olímpico não sinta essas sensações, mas o escopo é diferente. 

Diante disto, considero que a tática vem sobressaindo à técnica. Os judocas lutam com o caderno de regras embaixo do braço. Sabem que forçar uma punição ao adversário é tão importante quanto fazer volume de entradas. Com equipes técnica altamente especializada, aparelhadas sobre todo um aporte tecnológico que permite examinar cada adversário, entendo a lógica interna do judô, um esporte de agarre de curta distância, a importância do kumikata salta aos olhos. Talvez, seja esta a parte técnica que mais tenha decidido as lutas. Quem ajusta a melhor pegada tem grande chance de fazer o adversário ser punido. O kumikata, em muitos casos, serve para causar desconforto no adversário e não visar à preparação da entrada técnica. Nos segundos finais, quando na frente por pontuação ou penalidade ao adversário, ficar fugindo é tática. Creio que o coro não seja uníssono quando se trata de vencer a qualquer custo. Recordo que, na segunda luta, nos JJOO Rio 2016, a brasileira Erika Miranda, vencia a chinesa Ma Yngnan por shido. Então, restando pouco mais de 20 segundos Erika sofre um wazari. Alguns comentaristas criticaram a sua postura. Disseram que ela não poderia ter se exposto quando tinha a luta praticamente vencida. É verdade, mas e o paradigma de vencer bonito?Para o lado do atleta é confusa essa relação: jogar feio e vencer ou fazer bonito para torcida e perder. Não que esta premissa seja absoluta, mas é o que está, salvo exceções, ocorrendo. O judô destes jogos olímpicos foi a antítese do belo. Foi uma competição extremamente estudada e defensiva. São os ossos do ofício.

De certo modo, plasticamente, não atingiu em parte o que espectador buscava. No entanto, o judô chamado de feio é a evolução da arte marcial judô na era moderna dos jogos olímpicos. Não há como pensar no retorno de um judô que outrora aconteceu. A cada tentativa de retomada, os estudos encontram uma forma de surpreender o adversário, utilizando técnicas de outras lutas ou formas alternativas de jogar o adversário ao solo. O judô está altamente pesquisado e jogar alguém ao chão no alto nível está muito difícil. Se acham fácil derrubar, é só tentar a sorte. Portanto, parafraseando Dadá Maravilha: "não existe gol feio, feio é não fazer gol".

Walter Boehl
Autor do blog

1 de junho de 2016

Suelen Altheman festeja convocação para Jogos Olímpicos Rio 2016

A judoca foi confirmada no anúncio desta quarta (01) da Confederação Brasileira
Nesta quarta-feira (01) foi confirmada a presença da judoca Suelen Altheman nos Jogos Olímpicos Rio 2016. A Confederação Brasileira de Judô anunciou nesta manhã os 14 judocas que vão competir pelo Brasil.
Suelen, que representará o país na categoria pesado (+78 kg), vai entrar nos tatames no último dia de competição da modalidade, dia 12 de agosto, na Arena Carioca 2 do Parque Olímpico da Barra da Tijuca. 
"Estou muito feliz porque agora é oficial que vou representar o Brasil nas Olimpíadas. Continuo trabalhando forte", afirmou a judoca.
Ao lado de Suelen, estarão nas Olimpíadas as atletas: Sarah Menezes (48 kg), Erika Miranda (52 kg), Rafaela Silva (57 kg), Mariana Silva (63 kg), Maria Portela (70 kg) e Mayra Aguiar (78 kg). 
A equipe masculina será formada por: Felipe Kitadai (60 kg), Charles Chibana (66 kg), Alex Pombo (73 kg), Victor Penalber (81 kg), Tiago Camilo (90 kg), Rafael Buzacarini (100 kg) e Rafael Silva (+100 kg). 


MVP Sports

Charles Chibana celebra convocação para os Jogos Olímpicos

Confederação Brasileira de Judô anunciou a relação nesta quarta (01)

O judoca Charles Chibana será um dos atletas a representar o Brasil nos Jogos Olímpicos. A confirmação se deu com a convocação da Confederação Brasileira, realizada na manhã desta quarta-feira.

"Fico muito feliz em defender o Brasil na Olimpíada. Tenho buscado muito conhecimento com meus colegas. Vou aplicar tudo no tatame em agosto", afirmou.

A convocação foi anunciada através de um vídeo veiculado nas redes sociais da Confederação. O anúncio foi feito por Rogério Sampaio, campeão olímpico em Barcelona 92. "Deram tudo de si ao longo desses últimos anos em busca desta oportunidade. Tenho certeza que o resultado será excelente", disse Sampaio.

Charles lutará dois dias após a Cerimônia de Abertura, juntamente com Erika Miranda. Todas as lutas ocorrerão na Arena Carioca 2, situada dentro do Parque Olímpico da Barra da Tijuca.

Além de Chibana, no masculino convocados Felipe Kitadai (60kg), Alex Pombo (73kg), Victor Penalber (81kg), Tiago Camilo (90kg), Rafael Buzacarini (100kg) e Rafael Silva (+100kg). Já no feminino, Sarah Menezes (48kg), Erika Miranda (52kg), Rafaela Silva (57kg), Mariana Silva (63kg), Maria Portela (70kg), Mayra Aguiar (78kg) e Suelen Altheman (+78kg) foram as selecionadas.

MVP Sports

26 de maio de 2016

Atleta Olímpica, Suelen Altheman vai lutar contra as melhores do mundo no World Masters, no México

Judoca espera fechar a última competição antes dos Jogos Olímpicos com chave de Ouro
Depois do período de treinamento em Pindamonhangaba (SP), a Seleção Brasileira de Judô finalizou a preparação para o World Masters em Guadalajara e embarcou à América do Norte. A atleta Suelen Altheman foi convocada para disputar a competição, que será de sexta (27) a domingo (29). Suelen é um dos destaques do judô no ano, sendo uma das que mais conquistou medalhas na temporada. Ela espera fazer mais uma ótima competição para se configurar no pódio. O Masters reunirá os melhores 16 judocas de cada categoria do mundo e será o último desafio do Circuito Mundial da Federação Internacional de Judô, que soma pontos para o ranking, critério importante para classificação olímpica. É a última competição antes dos Jogos Olímpicos Rio 2016. A Seleção feminina vai levar representantes em todas as categorias. Além de Suelen, foram classificadas Sara Menezes (48 kg), Nathália Brígida (48 kg), Érika Miranda (52 kg), Rafaela Silva (57 kg), Mariana Silva (63 kg), Maria Portela (70 kg) e Mayra Aguiar (78 kg).Já a masculina será composta por: Eric Takabatake (60 kg), Felipe Kitadai (60 kg), Victor Penalber (81 kg), Tiago Camilo (90 kg), Rafael Buzacarini (100 kg), Luciano Corrêa (100 kg), Rafael Silva (+100 kg) e David Moura (+100 kg). 
MVP Sports

13 de dezembro de 2015

Galeria de fotos do 3º Torneio de Judô Crescer

No Sábado, 12/12, ocorreu nas dependências da Escola de Ensino Fundamental Crescer, situada na Rua Galileia, 235, bairro Vila Jardim, em Porto Alegre, o 3º Torneio de Judô Infantil Crescer. Além da competição, aconteceu o bonenkai dos alunos do professor Willy Schneider.