25 de junho de 2011

Falta de disciplina no judô, por kodansha Cid Jr.

A pauta das duas últimas reuniões do Conselho de Kodanshas do Rio Grande do Sul versou sobre a falta de disciplina para com o Sensei Breno por um aluno 3° kiu, e a falta de disciplina e respeito de alguns professores. Os kodanshas decidiram que todos escreveriam um artigo sobre este assunto. O kodansha Cid Júnior confeccionou o texto que estamos publicando.



“Falta de disciplina hoje no judô.”


Os cinco macacos


Autor desconhecido


Um grupo de cientistas colocou cinco macacos em uma jaula. No meio da jaula, uma escada, e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, um jato de água fria era acionado em cima dos que estavam no chão.
Depois de um certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros pegavam-no e enchiam-no de pancada. Com mais algum tempo, mais nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas.
Então, os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo já não mais subia a escada.
Um segundo macaco, veterano, foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra ao novato. Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto e, afinal, o último dos veteranos, foram substituídos.
Os cientistas, então, ficaram com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas. Se possível fosse perguntar a algum deles por que batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:
"Não sei... Mas as coisas sempre foram assim por aqui..."





Refletindo sobre o texto acima chego à seguinte conclusão:


O Judô criado pelo professor Jigoro Kano, para ser um método eficiente de educação física, e contribuir para a formação do povo Japonês e mundial.


Sempre pregou por princípios rígidos e bem definidos, tais como:


Disciplina, Respeito, Humildade.


Disciplina tem a mesma etimologia da palavra "discípulo", que significa "aquele que segue". Também é um dos nomes que se pode dar a qualquer área de conhecimento estudada e ministrada em um ambiente escolar ou acadêmico. Geralmente diz respeito a uma Ciência ou Técnica, ou subderivados destas. Aqueles que seguem uma disciplina podem assim ser chamados de discípulos (wikipédia).
Respeito. O respeito juntamente denota um sentimento positivo de estima por uma pessoa ou para uma entidade (como uma nação, uma religião, etc.) e também ações especificas e condutas representativas daquela estima. Respeito também pode ser um sentimento especifico de consideração pelas qualidades reais do respeitado (Ex: Eu respeito o julgamento dela). Pode também ser conduzido de acordo com uma moral específica de respeito. Ser rude é considerado uma falta de respeito (desrespeito) enquanto que ações que honram a alguém ou a alguma coisa são consideradas respeito. Morais especificas de respeito são de importância fundamental para muitas culturas. Respeito por tradições e autoridades legitimas são identificadas por Jonathan Haidt como um dos cinco valores morais fundamentais compartilhados para um maior ou menor por sociedades diferentes e indivíduos diferentes. Respeito não deve ser confundido com tolerância porque tolerância não diz necessariamente nenhum sentimento positivo, e não é compatível com desprezo, o contrário de respeito A palavra respeito vem do latim respicere que significa olhar para trás. Isso evoca a idéia de julgar alguma coisa em relação ao que foi feito quando é valoroso ser reconhecido. Além, a noção de respeito implica que pode ser aplicado para uma pessoa que fez algo certo, mas também para qualquer coisa afirmada no passado como uma promessa, a lei, etc. Isto também é porque na maioria dos idiomas, é dito que o respeito deve ser merecido (wikipédia).
Humildade vem do Latim humus que significa "filhos da terra". Refere-se à qualidade daqueles que não tentam se projetar sobre as outras pessoas, nem mostrar ser superior a elas. A Humildade é a virtude que dá o sentimento exato da nossa modéstia, cordialidade, respeito, simplicidade, honestidade e passividade. A humildade dos que vivem na pobreza, pode ser vista, pelos ricos, como uma fraqueza ou maneira de promover reverência e submissão das classes populares.
Diz-se que a humildade é uma virtude de quem é humilde; quem se vangloria mostra simplesmente que humildade lhe falta. É nessa posição que talvez se situe a humilde confissão de Albert Einstein quando reconhece que “por detrás da matéria há algo de inexplicável”.
Por humilde também se pode entender a personalidade que assume seus deveres, obrigações, erros e culpas sem resistência. Assim, se pode dizer que a pessoa ou indivíduo "assume humildemente".
Pois bem se disciplina vem de discípulo (aquele que segue), e um atleta se mostra indisciplinado em dado momento, esta falta de disciplina pode ser atribuída a seus mestres, pais e professores, é lógico que culpar um professor pela indisciplina de um aluno iniciante seria injusto, mas quando esta falta de disciplina ocorre com alunos que já praticam o judô há anos e tem um graduação alta e uma idade que permite a compreensão e seus atos, creio que assim podemos o fazer. Acredito que se olharmos o grupo de determinada escola de judô poderemos ver o perfil de seu mestre. Se eu nutro um sentimento de estima por alguém (Respeito) e tento de certa forma reproduzir suas atitudes e exemplos deste “alguém” é lógico também que estou representando o grupo no qual estou inserido. Se ser humilde é não projetar-se sobre alguém é nítido para mim que, que uma pessoa que tenha o mínimo desta virtude, jamais xingaria um arbitro ou um superior seu para tentar prevalecer sua vontade, muito pelo contrario prestaria a atenção no que lhe é dito para ver se pode evoluir como pessoa.
Entendo que hoje em dia o judô bem como nossa sociedade estão passando por uma transformação muito ruim e que se não seguirmos os conceitos que a nos foram transmitidos lá no passado, nosso “DO” caminho será a vala comum, onde reinam a falta de disciplina, respeito e humildade.
Lendo a fábula acima onde os macacos reproduzem aquilo que passaram sem ao menos saberem o porquê, percebo que os tais alunos estão cometendo os mesmos erros de seus professores e nem conseguem se dar conta disso.
Penso que nós, professores educadores da área do judô, temos a responsabilidade de não só ensinar para a competição, mas sim para uma vida no sentido mais amplo da palavra, e isso será fácil se seguirmos os preceitos do nosso primeiro professor (Jigoro Kano).

Cid Júnior, Kodansha – 6° dan

23 de junho de 2011

Conselho de Kodanshas do RS publica ata de fundação

O Conselho dos Kodanshas do Rio Grande do Sul foi criado, pela atual diretoria da Federação Gaúcha de Judô, em 8 de agosto de 2009, para ser um órgão consultivo, com objetivo de manter viva a história do judô gaúcho, no que diz respeito à disciplina, postura, técnicas, não deixando que se perca o que é realmente o Judô, em sua essência, e evitando que se limite apenas ao aspecto competitivo da modalidade.

Desde então, os professores kodanshas vêm se reunindo uma vez a cada mês, arcando com todas as despesas para trabalhar em prol do desenvolvimento do judô. Segundo o secretário, Cid Júnior, só para ter como exemplo, o presidente Osvaldo Monteiro desloca-se de Torres para Porto Alegre; bem como, o professor Kuse sai de Caxias do Sul para se fazer presente às reuniões.

Com o objetivo de divulgar os trabalhos do Conselho dos Kodanshas, para de alguma forma colaborarem, mesmo que com uma ajuda muito pequena, o grupo passará a publicar as atas das reuniões com o intuito de transparecer as atividades.

Confira a ata da primeira reunião do Conselho dos Kodanshas:
Porto Alegre, 08 de agosto de 2009.


REUNIÃO DOS PROFESSORES KODANSHAS DO RS

As 11h00 foi feito uma conferência e verificado que faltavam alguns professores que haviam confirmado a presença, por comum acordo foi decidido iniciar a reunião as 11h30. Feito alguns contatos telefônicos ficaram de chegar os professores Antônio Carlos Pereira e Luiz Alberto Moraes, foi informado pelo professor Cid Júnior que os professores Manoel Lacerda e Carlos Mathias Azevedo informaram que nesta primeira reunião não poderiam se fazer presentes, mas que querem apoiar a FGJ em futuros trabalhos. As 11h30 min o Vice-presidente Juarez Weinmann, colocou que o Presidente Carlos Eurico Pereira não poderia se fazer presente em vista de problemas de saúde com seus filhos, e que ele Juarez seria o representante da FGJ na reunião. Com a presença dos professores Breno Jones, Cleto Mendes, Almerindo Batista, Fernando Kuse, Flávio Pereira, Antônio Irigarai, Sérgio Zimermann, Cid Júnior teve o inicio a reunião, o Presidente da reunião Sr. Juarez começou expondo que já era um anseio antigo FGJ a formação do Conselho dos Kodanshas e não apenas uma promessa de campanha, e que a um bom tempo o Professor Osvaldo Monteiro vem com tratativas de como seria e onde a primeira reunião, colocou também que após indagar o professor Osvaldo sobre quem seria o presidente, recebeu a resposta que o Kodansha mais velho deveria ser sendo assim o professor Osvaldo foi encaminhado a presidência do Conselho Consultivo, e que o professor Cid por ser o membro mais novo dos Kodanshas seria o secretario, ficando em aberto para futura reunião, quando o professor Osvaldo puder se fizer presente escolhermos os outros dirigentes. O presidente da reunião Sr. Juarez informou ainda que o conselho faria parte do organograma da FGJ e teria um caráter consultivo e que também teria a função de não deixarmos a FGJ perder de vista a “arte do judô” no que diz respeito os princípios básicos do judô. Foi dito também que nada impedira o conselho de dar sugestões a FGJ, uma vez que os professores kodanshas por serem mais antigos e de conhecimento notório tem bastante experiência de vida no judô para isso, o professor Breno, reforçou dizendo, que tais professores são conceituados na FGJ e teriam tal aval. O professor Zimermann acha que o conselho também deverá ser sugestivo e se manter ativo, independente de ser ou não solicitado pela FGJ, esta idéia foi apoiada pelos professores Flávio e Irigarai. O presidente da reunião senhor Juarez disse que a principio o interesse da FGJ seria em formar o Conselho, mas que nada impede que o mesmo atue dando sugestões a Federação e que nada impede que o conselho se reúna de forma autônoma. O professor Breno coloca que, o Conselho deveria funcionar de forma autônoma e que as futuras diretorias deveriam ser eletivas e não cargo de confiança da FGJ, que talvez seja de se pensar em mudar o estatuto. O professor Cleto coloca que o conselho talvez possa ajudar na disciplina do judô de alguma forma, fazendo comissões de disciplina e éticas, dizendo que nos campeonatos antigos já existia tais comissões, o presidente Juarez disse que talvez seja viável atuando talvez junto a aos princípios éticos do judô desde que não atinja a lei e outras comissões da FGJ. Professor Kiko colocou que estas comissões de professores Kodanshas formadas nos campeonatos devera sofrer um rodízio dos professores afim de não sacrificar os mesmos. O professor Breno coloca que os professores de judô mesmo hoje em tempos modernos, não podem abandonar, os princípios básicos do judô, disciplina e respeito, o professor Batista coloca que é importante manter a arte do judô, hierarquia, disciplina, respeito e diz que os professores Kodanshas devam ser mais vistos e valorizados que a FGJ deveria divulgar mais o que é ser um Kodansha, o professor Kuse, reforça a idéia dizendo que muitos alunos não sabem o que é ser um Kodansha e não conhecem os professores Kodanshas dos RS.O professor Breno disse que no Bonenkai os atletas deveriam sempre se apresentar de judogui, pra manter a cultura e que isto é a melhor forma de divulgar nossa arte. O professor Irigarai lembra que na escola Santo Antônio os professores Kodanshas foram apresentados ao público e tal atitude foi produtiva no sentido de divulgação dos professores. O professor Kiko concorda com o professor Breno que nas festas da FGJ os professores mais antigos devam dar as faixas aos futuros sho-dans da FGJ citou ainda que na faculdade é o reitor quem entrega o diploma. Foi ainda discutido que no Bonenkai os professores Kodanshas deveriam estar de kimono para serem padrinhos dos sho-dans, que poderia ter eventos com o nomes dos kodanshas. No final da reunião o presidente senhor Juarez se disse bem satisfeito com a instalação do conselho e com a presença de todos professores, disse que a FGJ informara oportunamente a próxima reunião e foi encerrada a mesma.

19 de junho de 2011

Mayra Aguiar vence rival americana e é ouro nos 78kg no Grand Slam

Judoca brasileira domina combate contra Kayla Harrison e conquista o título com um ippon. É o segundo título das mulheres brasileiras no Rio
Mayra Aguiar conquistou a segunda medalha de ouro do judô feminino brasileiro no Grand Slam do Rio de Janeiro. Neste domingo, a gaúcha superou a rival Kayla Harrison, dos EUA, com um ippon a cerca de dois minutos do fim, para sagrar-se campeã na categoria até 78kg.
As rivais não perderam tempo em atacar uma à outra. Aguiar quase conseguiu a entrada nos primeiros segundos, mas a americana estava atenta nos contragolpes. A insistência da gaúcha deu resultado com quatro minutos para o fim, quando seu golpe resultou num yuko. Um minuto depois, a brasileira aproveitou uma entrada ruim de Harrison para fazer um wazari. Desesperada com a desvantagem, a americana foi para o tudo ou nada e acabou sofrendo o ippon.
Com o resultado, o Brasil fecha o Grand Slam do Rio de Janeiro com quatro medalhas de ouro, três de prata e quatro de bronze, sua melhor participação no circuito.

Globo Esporte

Brasil termina 1º dia do Grand Slam com um ouro e duas pratas

O Brasil finalizou o primeiro dia de disputas do Grand Slam de Judô do Rio de Janeiro com três medalhas: um ouro e duas pratas. Érika Miranda brilhou neste sábado no evento, disputado no Ginásio do Maracanãzinho, e conquistou o lugar mais alto do pódio ao derrotar a italiana Rosalba Forcini. Já Sarah Menezes e Rafaela Silva perderam na final para a japonesa Haruna Asami e a romena Corina Caprioriu, respectivamente, e terminaram com a prata.
A primeira brasileira a brigar pelo ouro neste sábado foi Sarah Menezes, pela categoria até 48 kg. A revelaço do judô brasileiro, entretanto, não conseguiu transformar em uma vitória todo o apoio do público presente no Ginásio do Maracanazinho. Atual campeã mundial, a japonesa Haruna Asami confirmou o favoritismo e derrotou a piauiense pela segunda vez neste ano – a oriental também triunfara no Grand Slam de Paris.
O primeiro ouro brasileiro veio na segunda disputa. Em combate válido pela categoria até 52 kg, Érika Miranda aproveitou uma lesão no joelho da italiana Rosalba Forciniti e venceu a adversária por conta de um yuko, originado a partir de duas punições contra a europeia, em virtude da falta de combatividade.
No combate, Érika Miranda mostrou mais iniciativa desde o início e convenceu os juízes da falta de ação da rival, prejudicada por dores no joelho. Com um yuko de vantagem, a brasileira, décima classificada do ranking mundial, segurou a pequena diferença no minuto final e conquistou o primeiro ouro para o judô nacional.
A terceira decisão brasileira deste sábado teve como protagonista a romena Corina Caprioriu. Mesmo contando com o apoio da torcida e com uma vantagem de yuko, Rafaela Silva pecou pela ansiedade e sofreu um hippon da adversária, ficando com a prata neste primeiro dia de disputas no Rio de Janeiro.

16 de junho de 2011

A beleza nos tatames de Natália Bordignon

O Portal do Judô apresenta a destaque do mês junho/julho Natália Guerra Bordignon. A atleta da seleção brasileira de judô não chama a atenção nos tatames somente pelos resultados de sua técnica e sim por uma beleza incomum. Dona de um lindo sorriso, olhos claros e muito simpática, a porto-alegrense Natália apresenta rapidamente seu currículo. Iniciada ainda jovem na arte do Shihan Kano, Nat, como é mais conhecida, além de ser uma atleta da Marinha do Brasil é uma ótima estudante. E nós do Portal do Judô temos que discordar quando ela diz que se não fosse judoca seria nutricionista, achamos que deveria ser modelo!!! Parabéns Natália. Força no Grand Slam do Rio.


Apreciem o perfil e as fotos da sogipana.

Nome: Natália Guerra Bordignon

Idade: 20 anos

Local de nascimento: Porto Alegre

Signo: Sagitário

Graduação: Preta Sho-Dan

Clube: Sugira

Classe: Sênior

Categoria: Médio

Treinamento: De segunda à sexta, duas vezes por dia.

Prato preferido: Massa.

Tipo de música: Gosto de tudo, em especial Engenheiros do Hawaii.

Patrocínio: Sogipa, Oi e Banrisul.

Objetivos para 2011: Pontuar para o ranking olímpico.

Onde iniciou a treinar: Grêmio Náutico Gaúcho.

Quem era o professor: Leandro Freire.

Onde estuda: IPA, em Porto Alegre/RS.

Pratica outro esporte: Só como hobby, como o surf.

Se não fosse judoca, seria: Nutricionista.

Maior sonho: Pódio Olímpico.

Títulos: Atleta da seleção Brasileira e da Marinha do Brasil. Tri-campeã brasileira, bi-campeã do Troféu Brasil, vice- campeã sulamericana e vice-campeã dos Jogos da Lusofonia.

Palavras: Eu sempre digo que o judô é um esporte que, desde o início, aprendemos a cair e depois a levantar. Tanto para nós, atletas, ou para aqueles que têm objetivos e sonham com eles, é necessário que haja paciência e muita persistência no decorrer do caminho. Como atleta, principalmente nos dois últimos anos, tive muitos momentos difíceis no judô, me fazendo desanimar. Porém o amor que sinto por este esporte e a vontade de conquistar o que ainda não conquistei sempre falou mais alto. O caminho para o sucesso é muito difícil, mas em nenhum momento podemos desistir, se cairmos, devemos bater a mão e depois levantar. Quem acredita sempre alcança!


28 de maio de 2011

O talento de Gabriela Grahl Baptista

Perfil da atleta

Site: www.portaldojudo.com

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Por Miguel Noronha

Confira o seu perfil:

Nome: Gabriela Grahl Baptista

Idade: 12 anos

Graduação: Faixa Roxa

Clube: Sogipa

Categoria: Sub-13

Peso: 47Kg

Treinamento: Diário

Prato preferido: Chocolate

Patrocínio: Quatrum English Schools

Ídolo no judô: João Derly Jr. e Mayra Aguiar

Lugar onde sonha lutar: Japão

Objetivos para 2011: Repetir todas as conquistas de 2010

Onde iniciou a treinar: Sogipa

Quem era o professor: Daniel Pires

Onde estuda: Pastor Dohms

Outro esporte: Tênis

Se não fosse judoca, seria: Tenista

Maior sonho: Participar de uma Olimpíada

Títulos: Campeã Panamericana 2010, Campeã Brasileira 2010, Campeã Sul-Brasileira 2010, Bi-Campeã Meeting Interestadual 2009/2010, Penta-Campeã Estadual, Tetra-Campeã Citadino, Campeã Troféu Periquito de Judô – Palmeiras, Campeã da Copa Centro Olímpico de Judô – SP, Campeã Copa Mercadante de Judô – Araras, SP, Campeã Copa Alberico Passadore – Montevidéu, Uruguai e outros 35 títulos em Copas Estaduais.

Palavras: A maior vitória é aquela que é mais difícil de ser conquistada. Utilizar toda a nossa força, nossa sabedoría e desejo para alcançar um objetivo é a maior conquista de uma pessoa.

19 de maio de 2011

Inscrições no Mundial Master de Frankfurt

Alguns atletas estão com dificuldade de efetuar a inscrição para o Mundial Master da Federação Internacional de Judô, a se realizar em Frankfurt, Alemanha, no próximo mês de junho.
Acontece que no ano passado, todo o trâmite era feito via confederação, tendo a CBJ providenciado um responsável para arrecadar os documentos e cuidar de tudo, até mesmo do credenciamento.
Este ano a regra mudou. Será o próprio atleta o responsável pela inscrição, inclusive do pagamento.


Atenção para os três passos:

1.Entrar em https://www.paypal.com.br e se cadastrar no PayPal, sistema integrado aos cartões de crédito que permite pagamentos on-line.

2.Preencher os dados da sua inscrição em http://www.judobund.de/grand-masters, o site na Federação Alemã.

3.No mesmo site da inscrição, deixe marcada a opção PayPal como método de pagamento e quando confirmar o registro entre com o seu login e efetue o pagamento.



Importante:
Não esqueça de levar para o credenciamento todos os documentos que atestam as informações dadas no registro.
Ano passado era necessário um documento da CBJ dando ciência da participação do atleta. Tentamos contato com a CBJ para saber se este documento será necessário este ano, mas não conseguimos contato com nenhum responsável.

18 de maio de 2011

III Campeonato Sulamericano de Veteranos (Uruguai)

III Campeonato Sulamericano de Veteranos
III Copa Aberta de Kata
Copa Internacional por Equipes


MASCULINO E FEMININO
Este evento é organizado pela Federação Uruguaia de Judô com colaboração da Federação Gaúcha de Judô.

Será realizado nas instalações do Club Hebraica y Macabí del Uruguay, endereço: Camacuá Nº 629, Montevidéu, no Uruguai.

Entre os dias 27 e 31 de Julho de 2011.


Campeonato Sulamericano de Veteranos

PROGRAMA GERAL
Quarta-feira 27 Julho - Chegada das delegações, Credenciamento, Inscrição oficial.
Quinta-feira 28 Julho
08: 00 – 10:00 Chegada das delegações
10: 00 – 12:00 Credenciamento - Diretor de Inscrição.
14:00 Clínica de Arbitragem
15:30 Congresso Técnica e Sorteio.

Sexta-feira 29 Julho

III Copa Aberta de Katas

08:30  Registro das duplas de kata
9:00  Apresentações eliminatórias.
14:00 Abertura da Competição
14:30 Apresentações e finais do campeonato

Sábado 30 Julho

III Campeonato Veterano

06: 00 – 07:00 Pesagem livre
07: 00 – 07:30. Pesagem oficial
9:30 Competição, eliminatórias e as finais..

Domingo 31 Julho

Copa Internacional por Equipes

06: 00 – 07:00 Pesagem livre
07: 00 – 07:30 Pesagem Oficial
9:30 Competição, eliminatórias e as finais.

REGRAS DO EVENTO

LOCAL: Club Hebraica y Macabí del Uruguay, Camacuá N º 629, de Montevidéu
Organização: Federação Uruguaia de Judô.
Endereço, n ° 978 Canelones, Uruguai, Montevidéu.
Telefone: 598-29020877 - 211 internos
E-mail: secretariadejudo@gmail.com
CONTATOS:
Presidente: Ignacio Aloise Email: jjaloise@adinet.com.uy
Comitê Organizador: sudamericano2011@shiai.com.uy


Coordenador:

INSCRIÇÃO
Os participantes devem fazer somente as inscrições pela internet.
O número de registro deve ser enviado antes de 1° de julho ao Comitê Organizador.

Data limite: Registro nominal deve ser enviado até 15 de julho.


CUSTOS
1. R$ 120,00 reais ou US$ 65,00 por participante. Este valor permite a participação dos judocas para as competições individual, absoluta e por equipes.

2. R$ 80,00 reais ou US$ 42,00 por participante na competição de Kata (registro individual, cada componente da dupla deve fazer sua inscrição individual.) Este valor permite que os judocas participem em até 3 (três) Katas. Mais de 3 Katas: R$ 120,00 reais ou US$ 65,00 por participante.

3. R$ 180,00 ou US$ 95,00 por atleta que for participar em ambas as competições: Shiai e Kata (até 3 katas), e R $ 200,00 EUA OU $ 105,00 reais para ir judoca participar em ambas as competições: Shiai Kata + (mais de 3 katas).

4. As inscrições serão aceitas entre 15 e 28 julho com um acréscimo de R$ 30,00 ou US$ 16,00.

A taxa de inscrição (em reais ou em dólares) deverá ser paga no momento da confirmação do registo com o secretário no dia da Inscrição Oficial, em 28 de julho.


ALOJAMENTOS

Será enviada esta informação e em 10 dias.

PARTICIPAÇÃO

A) Cada país poderá participar, sem limite de competidores para cada categoria e divisão de peso.

B) Cada competidor deve comprovar sua identidade, idade, nacionalidade, mediante seu passaporte oficial do país de origem, exceto os competidores pertencetes ao MERCOSUL, que poderão fazer com sua carteira de identidade nacional. Os naturais do Uruguai comprovam a sua identidade através de sua cédula de identidade ou passaporte.

C) É obrigatória para todos os atletas possuírem os judogi branco e azul, conforme regulamentação aprovada pelo FIJ, Confederação Panamericana da de Judô e a Confederação Sulamericana de Judô.

10 de abril de 2011

Kodanshas do Rio Grande do Sul – Sensei Osvaldo

Osvaldo Monteiro dos Santos, o Kodansha mais graduado do Rio Grande do Sul, hoje, aos 77 anos, mora em Torres, no litoral norte. Comissário de Polícia aposentado é o presidente da Comissão dos Kodanshas gaúcha. Iniciou no judô em abril de 1957, como já tinha passado no concurso da Guarda Civil da época, resolveu fazer judô com um colega que já era faixa roxa, na academia do professor Loanzi. Iniciou na faixa branca aos 23 anos. Uns anos depois foi transferido para a Polícia de Choque, assim tendo que ir para São Paulo, competir já com a faixa marrom, ficando lá por algum tempo. Iniciou na academia do professor Ogawa, no bairro da Liberdade, onde recebeu a faixa preta. Depois de um ano com o professor Ogawa, retornou a Porto Alegre.

Funcionário público na área da segurança, em 1962, recebeu o convite do Coronel Pedro Américo Leal para fazer parte do corpo docente da Academia de Polícia que se chamava à época Escola de Polícia. A partir dai iniciou-se seu lecionado, passando por Exército, Brigada Militar, Polícia de Choque e dava aula na Academia de Polícia, inclusive foi escolhido a dar aulas aos delegados e sendo o paraninfo deste grupo.

O primeiro clube onde iniciou a dar aulas foi na Escola Rui Barbosa, ficando 26 anos. Foi primeiro professor do Leopoldina Juvenil, no SESC de Porto Alegre, clube Cruzeiro e Grêmio Futebol Porto Alegrense. Lembra que em uma gestão da Federação Gaúcha de Judô, era promovido o intercâmbio entre os clubes, assim todos tinham o acesso, a treinar em clubes diferentes. Esse intercâmbio era entre alunos e professores, isso ajudava muito e unificava o judô. Nesse tempo, os atletas que se destacavam estavam no Esparta, Internacional e no Rui Barbosa, tinham excelentes atletas e um nível fantástico. Os torneios eram divididos por faixa, não por peso, era bem mais difícil, lembrando-se de um judoca: o Nilton Santos, que era muito bom de quadril, não importava muito o tamanho e o peso do adversário. Formou muitos professores e alguns nomes de peso do judô gaúcho passaram pelos tatames junto com o sensei Osvaldo, assim como assistentes ou alunos da faixa branca, como o professor Marcelo Xavier desde a faixa branca, professor Breno Jones que trabalhou junto na FGJ, entre tantos outros que encheriam essas páginas.

Conquistas com atletas formados por ele estão Luís Henrique e o Emir ambos de Caxias do Sul, campeões pan-americanos, lá na Serra foi onde formou o maior número de alunos não lembra quantos são, mas afirma serem muitos. Como competidor não teve uma relevância muito grande e projeção, mas na arte de professor é mestre. Forjado nos tatames mais nipônicos da época no Brasil, em São Paulo, adquiriu rapidamente as graduações, por aprender junto a japoneses natos, oriundos da grande imigração ocorrida para São Paulo.

Quando atuou em Caxias do Sul pela primeira vez, em 1974, (onde fundou o judô na cidade), formou muitos atletas. Quem mostrou empenho nesta época foi o sensei Fernando Kuse, que hoje é Kodansha, mas lembra que muitos outros nomes também passaram por suas mãos, como: sensei Luís Alberto Moraes, Cid Rodrigues Júnior, Almerindo Batista, Sérgio Zimmermann, Cleto Mendes, Breno Jones, Antônio Irigaray, Luiz Escandiel (Tatu), Antônio Carlos (Kiko) e Carlos Matias.

Em 1987, o sensei Osvaldo foi emprestado pelo Grêmio ao Recreio da Juventude. Foi campeão Brasileiro pelo clube, em 1990 foi para Caxias, trabalhar no Recreio da Juventude que lhe fez uma proposta irrecusável, lá conquistou suas maiores glórias, foi lá também que recebeu o nono grau. Tinha uma equipe forte, e respaldo do clube. Lembra que em uma determinada época, seus alunos iniciavam os treinamentos às cinco horas da manhã, eram turnos integrais, depois da escola os alunos voltavam para praticar o randori, esse treinamento era realizado somente para os competidores. Hoje, o sensei Osvaldo vem a Porto Alegre uma vez por mês, para a reunião de pauta com os Kodanshas do Rio Grande do Sul.