26 de março de 2010

Rafael Sommer, uma aposta para 2016

O Portal do Judô acompanhou por um dia o treinamento deste judoca promissor. Dono de um judô tido como clássico, o jovem se espelha na técnica de Tiago Camilo. Sommer, apesar de sua pouca idade, já acumula inúmeros títulos, dentre os quais, o de campeão panamericano. Quem sabe, no Rio 2016, não estejamos torcendo por este guri.

Confira o seu perfil:

Nome: Rafael Sommer

Idade: 12 anos

Graduação: Roxa

Clube: Grêmio Náutico União

Categoria: Pré-juvenil

Peso: – 53 (meio-médio)

Treinamento: de segunda-feira à sexta-feira, por cerca de uma hora e meia

Prato preferido: Carne

Golpe preferido (tukui waza): Ippon Seoi Nage

Patrocínio: por enquanto, nenhum.

Ídolo no judô: Tiago Camilo

Lugar onde sonha lutar: Canadá

Objetivos para 2010: competir o Campeonato Brasileiro e ser campeão

Onde iniciou a treinar: Maternal (amiguinhos da praça 2001)

Quem era o professor: Alexandre

Onde estuda: Colégio Anchieta

Outro esporte: Natação

Se não fosse judoca, seria: Nadador

Maior sonho: competir em uma Olimpíada

Títulos: campeão panamericano 2009, campeão brasileiro 2009, campeão sulbrasileiro 2009, campeão do Mitting Sulbrasileiro 2006-2007-2009, quatro vezes campeão gaúcho, cinco vezes campeão Citadino (Porto Alegre).

16 de fevereiro de 2010

Estado comemora medalhas de Mayra Aguiar e Walter Santos

O diretor técnico da Federação Gaúcha de Judô e treinador da equipe Oi/Sogipa, Antônio Carlos Pereira, o Kiko, teve um domingo de carnaval mais do que especial. Seus dois atletas na Seleção Brasileira conquistaram pódios em etapas da Copa do Mundo. Mayra Aguiar (-78 kg) foi ouro em Budapeste e Walter Santos (+100 kg)conquistou a prata em Viena.

O professor não conseguia esconder a euforia com os resultados e o desempenho de seus discípulos. Nos cinco triunfos de Mayra na Hungria, em cinco lutas, venceu quatro por ippon, enquanto Walter, nas quatro vitórias na Áustria, três aconteceram pelo golpe perfeito do judô. Além disso, quatro atletas do Japão – escola mais forte do judô – ficaram pelo caminho na campanha dos dois.

A atuação nos tatames europeus, claro, rendeu efusivos elogios do sensei. “O mais importante é que ela voltou com tudo e mostra que tem um grande futuro pela frente”, afirmou Kiko, fazendo referência a 2009, em que Mayra, de 18 anos de idade, ficou praticamente o ano inteiro parada devido a uma lesão nos ligamentos.

A medalha de ouro conquistada em Budapeste é a segunda dourada em competições europeias da gaúcha. A outra é de Varsóvia, em 2008. É também a primeira vez que ela sobe no degrau mais alto do pódio desde que voltou às competições, no fim de 2009 – no Mundial Júnior, Mayra foi bronze.

Sobre Walter Santos, Kiko o exaltou: “Waltinho está provando que é o melhor brasileiro em sua categoria”. Em Porto Alegre desde o início da temporada passada, Walter tem acumulado pódios e convocações desde então. Foi sua terceira medalha em Copas do Mundo no período.

O presidente da FGJ, Carlos Eurico da Luz Pereira, também comemorou os resultados. “É fruto de muito trabalho e dedicação”, acredita o dirigente. Em seguida, ele completa: “É muito bom ver o judô gaúcho e brasileiro sagrar-se vencedor nos tatames do mundo afora”.

Com medalhas, Londres fica mais perto

Não bastasse a satisfação de ter subido no pódio em torneios do circuito europeu, Mayra e Walter também comemoram a pontuação no ranking da Federação Internacional de Judô conquistada pelas medalhas. Ela faturou 100 pontos, já o peso-pesado garantiu 60.

Os pontos são garantidos nas competições internacionais. A relação com os melhores pontuados será utilizada para definir os representantes do País nos Jogos Olímpicos de Londres-2012.

Juntamente com a Seleção Brasileira, Mayra e Walter agora se preparam para o Grand Prix de Düsseldorf, na Alemanha, onde tentarão mais medalhas e pontos, no próximo final de semana.

Assessoria de Imprensa – FG

23 de junho de 2009

Estado é o campeão geral do Campeonato Brasileiro pré-juvenil

“Temos uma ótima renovação para os próximos anos.” Com essa frase, o diretor técnico da Federação Gaúcha de Judô, Antônio Carlos Pereira, o Kiko, definiu a vitória do Rio Grande do Sul no Campeonato Brasileiro pré-juvenil. O Estado conquistou, ao todo, seis medalhas de ouro – o dobro em relação ao segundo colocado – e terminou como campeão geral do torneio.

O certame foi realizado em São Luís, no Maranhão, entre 20 e 21 de junho. Já no primeiro dia, os gaúchos, orientados pelos professores Douglas Pötrich e Moacir Mendes, começaram a se familiarizar com o topo do pódio. Manoela Braga, Aline Baldigem, Alexia Castilhos, Brenner Marcon e Giovane Góes receberam a medalha dourada no peito. Mariana Braga ainda conquistou a prata.

No domingo, as meninas gaúchas encheram os olhos do público e faturaram a competição por equipes. “Foi um título grandioso”, afirma, eufórico, Kiko. Para ele, o fato de quase todas treinarem juntas diariamente – Manoela, Mariana, Aline e Alexia são da Sogipa – ajudou: “A unidade da equipe é fundamental”, ensina. Carolinny Hernandez, do GN União, completou o selecionado campeão.

Otimista, Kiko prevê um futuro vitorioso para o Estado. “A transição de categorias é sempre complicada, mas a FGJ e suas filiadas estão trabalhando nisso para que os resultados obtidos na base se repitam conforme os atletas forem trocando de classe”, revela. E ele garante: “O judô do Rio Grande do Sul continuará sendo forte nos próximos anos”.

Os judocas que terminaram em primeiro lugar no Brasileiro pré-juvenil classificaram-se para representar o Brasil no Pan-Americano da categoria. Os segundos colocados no Maranhão defenderão o País no Sul-Americano. Esses compromissos estão agendados para setembro e outubro, respectivamente.

12 de maio de 2009

Camila Barreto conquista vaga para Pan-Americano de Judô


A judoca Camila Barreto, da KIAI Associação Canoense de Judô, confirmou o seu favoritismo e foi o grande destaque da delegação gaúcha que disputou, neste final de semana, a Seletiva Nacional para o Campeonato Pan-Americano Juvenil e Júnior, em Brasília (DF). Atual bi-campeã continental pré-juvenil, Camila garantiu a vaga na Seleção Brasileira para disputar o seu primeiro título internacional na classe juvenil - para a qual foi promovida neste ano.
A atleta, que foi a única gaúcha a vencer a seletiva, ganhou suas oito lutas, sendo sete por Ippon - a pontuação máxima do judô. Nas finais, realizadas numa série de três confrontos, Camila marcou 2×0 e derrotou a judoca Amanda Ribas, do Minas Tênis Clube, de Belo Horizonte.
Após a vitória final, o técnico da atleta, Douglas Potrich, comemorou tentando explicar o sucesso. “O resultado é uma gratificação do árduo trabalho diário realizado pela Camila com a nossa comissão técnica. Havíamos traçado este objetivo e estamos muito felizes por alcançá-lo”, vibrou. Potrich ressaltou ainda o apoio recebido para a disputa da competição. “Gostaríamos de agradecer o patrocínio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer de Canoas e do prefeito Jairo Jorge pela confiança em nosso trabalho.”
A jovem Camila, 14 anos, demonstrou maturidade ao falar da conquista e projetar o próximo desafio. “Garantir esta vaga foi muito difícil porque ainda estou me adaptando à classe juvenil. Minhas adversárias se destacam pela força física, mas estou conseguindo superá-las. Quero a medalha de ouro no Pan-Americano para seguir lutando em busca do mundial”, afirmou a judoca. Com o resultado, Camila entra para a elite do judô nacional, já que a partir da classe juvenil a Confederação Brasileira de Judô custeia todas as despesas dos atletas nas competições em que estão a serviço da Seleção Brasileira.
O Campeonato Pan-Americano Juvenil de Judô será disputado entre os dias 10 e 15 de junho, na cidade de San Salvador, em El Salvador. O campeão se classificará para o Mundial Juvenil, no mês de setembro, em Budapeste, na Hungria.
Cássio Medeiros
Diretor de Jornalismo - MTb/RS 14.054
PCOM :: Marketing Estratégico

3 de março de 2009

João Derly e Eduardo Santos lutarão no Pan

A Confederação Brasileira de Judô convocou os 13 atletas que lutarão no Pan-Americano Sênior nos dias 28 e 29 em Buenos Aires. Da Oi/Sogipa, foram chamados João Derly e Eduardo Santos. Completam o time masculino Felipe Kitadai, Leandro Guilheiro, Flávio Canto, Luciano Correa e João Gabriel Schlittler. O feminino terá Sarah Menezes, Érika Miranda, Danielle Zangrando, Danielli Yuri, Maria de Portela e Deborah Souza.

Correio do Povo

31 de dezembro de 2008

Reforma Ortográfica - Judô também pode ser grafado judo

O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que entra em vigor a partir de janeiro de 2009, vai alterar a acentuação de algumas palavras, extinguir o uso do trema e sistematizar a utilização do hífen, entre outras mudanças significativas. No Brasil, palavras como heróico, idéia e feiúra, por exemplo, deixarão de ser acentuadas. Da acentuação gráfica das palavras oxítonas 1º-) Acentuam-se com acento agudo: As palavras oxítonas terminadas nas vogais tónicas/tônicas abertas grafas -a, -e ou -o, seguidas ou não de -s: está, estás, já, olá; até, é, és, olé, pontapé(s); avó(s), dominó(s), paletó(s), só(s). Obs.: Em algumas (poucas) palavras oxítonas terminadas em -e tónico/tônico, geralmente provenientes do francês, esta vogal, por ser articulada nas pronúncias cultas ora como aberta ora como fechada, admite tanto o acento agudo como o acento circunflexo: bebé ou bebê, bidé ou bidê, canapé ou canapê, caraté ou caratê, croché ou crochê, guiché ou guichê, matiné ou matinê, nené ou nenê, ponjé ou ponjê, puré ou purê, rapé ou rapê. O mesmo se verifica com formas como cocó e cocô, ró (letra do alfabeto grego) e rô. São igualmente admitidas formas como judô, a par de judo, e metrô, a par de metro. b) As formas verbais oxítonas, quando, conjugadas com os pronomes clíticos lo(s) ou la(s), ficam a terminar na vogal tónica/tônica aberta grafada -a, após a assimilação e perda das consoantes finais grafadas -r, -s ou -z: adorá-lo(s) (de adorar-lo(s)), á-la(s) (de ar-la(s) ou dá(s)-la(s)), fá-lo(s) (de faz-lo(s)), fá-lo(s)-ás (de far-lo(s)-ás), habitá-la(s) iam (de habitar-la(s)- iam), trá-la(s)-á (de trar-la(s)-á); c) As palavras oxítonas com mais de uma sílaba terminadas no ditongo nasal grafado em (exceto as formas da 3ª- pessoa do plural do presente do indicativo dos compostos de ter e vir: retêm, sustêm; advêm, provêm; etc.) ou -ens: acém, detém, deténs, entretém, entreténs, harém, haréns, porém, provém, provéns, também; d) As palavras oxítonas com os ditongos abertos grafados -éi, -éu ou -ói, podendo estes dois últimos ser seguidos ou não de -s: anéis, batéis, fiéis, papéis; céu(s), chapéu(s), ilhéu(s), véu(s); corrói (de corroer), herói(s), remói (de remoer), sóis. 2º-) Acentuam-se com acento circunflexo: a) As palavras oxítonas terminadas nas vogais tónicas/tônicas fechadas que se grafam -e ou -o, seguidas ou não de -s: cortês, dê, dês (de dar), lê, lês (de ler), português, você(s); avô(s), pôs (de pôr), robô(s); b) As formas verbais oxítonas, quando, conjugadas com os pronomes clíticos -lo(s) ou la(s), ficam a terminar nas vogais tónicas/tônicas fechadas que se grafam -e ou -o, após a assimilação e perda das consoantes finais grafadas -r, -s ou -z: detê-lo(s) (de deter-lo(s)), fazê-la(s) (de fazer-la(s)), fê-lo(s) (de fez-lo(s)), vê-la(s) (de ver-la(s)), compô la(s) (de compor-la(s)), repô-la(s) (de repor-la(s)), pô-la(s) (de por-la(s) ou pôs-la(s)). 3º-) Prescinde-se de acento gráfico para distinguir palavras oxítonas homógrafas, mas heterofónicas/heterofônicas, do tipo de cor (ô), substantivo, e cor (ó), elemento da locução de cor; colher (ê), verbo, e colher (é), substantivo. Excetua-se a forma verbal pôr, para a distinguir da preposição por. Da acentuação gráfica das palavras paroxítonas 1º-) As palavras paroxítonas não são em geral acentuadas graficamente: enjoo, grave, homem, mesa, Tejo, vejo, velho, voo; avanço, floresta; abençoo, angolano, brasileiro; descobrimento, graficamente, moçambicano. 2º-) Recebem, no entanto, acento agudo: a) As palavras paroxítonas que apresentam, na sílaba tónica/tônica, as vogais abertas grafadas a, e, o e ainda i ou u e que terminam em -l, -n, -r, -x e -ps, assim como, salvo raras exceções, as respetivas formas do plural, algumas das quais passam a proparoxítonas: amável (pl. amáveis), Aníbal, dócil (pl. dóceis) dúctil (pl. dúcteis), fóssil (pl. fósseis) réptil (pl. répteis: var. reptil, pl. reptis); cármen (pl. cármenes ou carmens; var. carme, pl. carmes); dólmen (pl. dólmenes ou dolmens), éden (pl. édenes ou edens), líquen (pl. líquenes), lúmen (pl. lúmenes ou lumens); açúcar (pl. açúcares), almíscar (pl. almíscares), cadáver (pl. cadáveres), caráter ou carácter (mas pl. carateres ou caracteres), ímpar (pl. ímpares); Ajax, córtex (pl. córtex; var. córtice, pl. córtices), índex (pl. índex; var. índice, pl. índices), tórax (pl. tórax ou tóraxes; var. torace, pl. toraces); bíceps (pl. bíceps; var. bicípite, pl. bicípites), fórceps (pl. fórceps; var. fórcipe, pl. fórcipes). Obs.: Muito poucas palavras deste tipo, com as vogais tónicas/tônicas grafadas e e o em fim de sílaba, seguidas das consoantes nasais grafadas m e n, apresentam oscilação de timbre nas pronúncias cultas da língua e, por conseguinte, também de acento gráfico (agudo ou circunflexo): sémen e sêmen, xénon e xênon; fémur e fêmur, vómer e vômer; Fénix e Fênix, ónix e ônix. b) As palavras paroxítonas que apresentam, na sílaba tónica/tônica, as vogais abertas grafadas a, e, o e ainda i ou u e que terminam em -ã(s), -ão(s), -ei(s), -i(s), -um, -uns ou -us: órfã (pl. órfãs), acórdão (pl. acórdãos), órfão (pl. órfãos), órgão (pl. órgãos), sótão (pl. sótãos); hóquei, jóquei (pl. jóqueis), amáveis (pl. de amável), fáceis (pl. de fácil), fósseis (pl. de fóssil), amáreis (de amar), amáveis (id.), cantaríeis (de cantar), fizéreis (de fazer), fizésseis (id.); beribéri (pl. beribéris), bílis (sg. e pl.), iris (sg. e pl.), júri (pl. júris), oásis (sg. e pl.); álbum (pl. álbuns), fórum (pl. fóruns); húmus (sg. e pl.), vírus (sg. e pl.). Obs.: Muito poucas paroxítonas deste tipo, com as vogais tónicas/ tônicas grafadas e e o em fim de sílaba, seguidas das consoantes nasais grafadas m e n, apresentam oscilação de timbre nas pronúncias cultas da língua, o qual é assinalado com acento agudo, se aberto, ou circunflexo, se fechado: pónei e pônei; gónis e gônis, pénis e pênis, ténis e tênis; bónus e bônus, ónus e ônus, tónus e tônus, Vénus e Vênus. 3º) Não se acentuam graficamente os ditongos representados por ei e oi da sílaba tónica/tônica das palavras paroxítonas, dado que existe oscilação em muitos casos entre o fechamento e a abertura na sua articulação: assembleia, boleia, ideia, tal como aldeia, baleia, cadeia, cheia, meia; coreico, epopeico, onomatopeico, proteico; alcaloide, apoio (do verbo apoiar), tal como apoio (subst.), Azoia, boia, boina, comboio (subst.), tal como comboio, comboias etc. (do verbo comboiar), dezoito, estroina, heroico, introito, jiboia, moina, paranoico, zoina. 4º-) É facultativo assinalar com acento agudo as formas verbais de pretérito perfeito do indicativo, do tipo amámos, louvámos, para as distinguir das correspondentes formas do presente do indicativo (amamos, louvamos), já que o timbre da vogal tónica/tônica é aberto naquele caso em certas variantes do português. 5º-) Recebem acento circunflexo: a) As palavras paroxítonas que contêm, na sílaba tónica/tônica, as vogais fechadas com a grafia a, e, o e que terminam em -l, -n, -r ou -x, assim como as respetivas formas do plural, algumas das quais se tornam proparoxítonas: cônsul (pl. cônsules), pênsil (pl. pênseis), têxtil (pl. têxteis); cânon, var. cânone, (pl. cânones), plâncton (pl. plânctons); Almodôvar, aljôfar (pl. aljôfares), âmbar (pl. âmbares), Câncer, Tânger; bômbax (sg. e pl.), bômbix, var. bômbice, (pl. bômbices). b) As palavras paroxítonas que contêm, na sílaba tónica/tônica, as vogais fechadas com a grafia a, e, o e que terminam em -ão(s), -eis, -i(s) ou -us: benção(s), côvão(s), Estêvão, zángão(s); devêreis (de dever), escrevêsseis (de escrever), fôreis (de ser e ir), fôsseis (id.), pênseis (pl. de pênsil), têxteis (pl. de têxtil); dândi(s), Mênfis; ânus. c) As formas verbais têm e vêm, 3 a-s pessoas do plural do presente do indicativo de ter e vir, que são foneticamente paroxítonas (respetivamente / t ã j ã j /, / v ã j ã j / ou / t j /, / v j / ou ainda / t j j /, / v j j /; cf. as antigas grafias preteridas, têem, vêem), a fim de se distinguirem de tem e vem, 3a -s pessoas do singular do presente do indicativo ou 2 a-s pessoas do singular do imperativo; e também as correspondentes formas compostas, tais como: abstêm (cf. abstém), advêm (cf. advém), contêm (cf. contém), convêm (cf. convém), desconvêm (cf. desconvém), detêm (cf. detém), entretêm (cf. entretém), intervêm (cf. inter- vém), mantêm (cf. mantém), obtêm (cf. obtém), provêm (cf. provém), sobrevêm (cf. sobrevém). Obs.: Também neste caso são preteridas as antigas grafias detêem, intervêem, mantêem, provêem etc. 6º-) Assinalam-se com acento circunflexo: a) Obrigatoriamente, pôde (3ª- pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo), que se distingue da correspondente forma do presente do indicativo (pode). b) Facultativamente, dêmos (1ª- pessoa do plural do presente do conjuntivo), para se distinguir da correspondente forma do pretérito perfeito do indicativo (demos); fôrma (substantivo), distinta de forma (substantivo: 3ª- pessoa do singular do presente do indicativo ou 2ª- pessoa do singular do imperativo do verbo formar). 7º-) Prescinde-se de acento circunflexo nas formas verbais paroxítonas que contêm um e tónico/tônico oral fechado em hiato com a terminação -em da 3ª- pessoa do plural do presente do indicativo ou do conjuntivo, conforme os casos: creem, deem (conj.), descreem, desdeem (conj.), leem, preveem, redeem (conj.), releem, reveem, tresleem, veem. 8º-) Prescinde-se igualmente do acento circunflexo para assinalar a vogal tónica/tônica fechada com a grafia o em palavras paroxítonas como enjoo, substantivo e flexão de enjoar, povoo, flexão de povoar, voo, substantivo e flexão de voar etc. 9º-) Prescinde-se, do acento agudo e do circunflexo para distinguir palavras paroxítonas que, tendo respectivamente vogal tónica/tônica aberta ou fechada, são homógrafas de palavras proclíticas. Assim, deixam de se distinguir pelo acento gráfico: para (á), flexão de parar, e para, preposição; pela(s) (é), substantivo e flexão de pelar, e pela(s), combinação de per e la(s); pelo (é), flexão de pelar, pelo(s) (ê), substantivo ou combinação de per e lo(s); polo(s) (ó), substantivo, e polo(s), combinação antiga e popular de por e lo(s); etc. 10º-) Prescinde-se igualmente de acento gráfico para distinguir paroxítonas homógrafas heterofónicas/heterofônicas do tipo de acerto (ê), substantivo e acerto (é), flexão de acertar; acordo (ô), substantivo, e acordo (ó), flexão de acordar; cerca (ê), substantivo, advérbio e elemento da locução prepositiva cerca de, e cerca (é), flexão de cercar; coro (ô), substantivo, e coro (ó), flexão de corar; deste (ê), contracção da preposição de com o demonstrativo este, e deste (é), flexão de dar; fora (ô), flexão de ser e ir, e fora (ó), advérbio, interjeição e substantivo; piloto (ô), substantivo e piloto (ó), flexão de pilotar; etc. Da acentuação das palavras proparoxítonas 1º-) Levam acento agudo: a) As palavras proparoxítonas que apresentam na sílaba tónica/tônica as vogais abertas grafadas a, e, o e ainda i, u ou ditongo oral começado por vogal aberta: árabe, cáustico, Cleópatra, esquálido, exército, hidráulico, líquido, míope, músico, plástico, prosélito, público, rústico, tétrico, último; b) As chamadas proparoxítonas aparentes, isto é, que apresentam na sílaba tónica/tônica as vogais abertas grafadas a, e, o e ainda i, u ou ditongo oral começado por vogal aberta, e que terminam por sequências vocálicas pós-tónicas/pós-tônicas praticamente consideradas ditongos crescentes (-ea, -eo, -ia, -ie, -io, -oa, -ua, -uo etc.): álea, náusea; etéreo, níveo; enciclopédia, glória; barbárie, série; lírio, prélio; mágoa, nódoa; exígua, língua; exíguo, vácuo. 2º-) Levam acento circunflexo: a) As palavras proparoxítonas que apresentam na sílaba tónica/tônica vogal fechada ou ditongo com a vogal básica fechada: anacreôntico, brêtema, cânfora, cômputo, devêramos (de dever), dinâmico, êmbolo, excêntrico, fôssemos (de ser e ir), Grândola, hermenêutica, lâmpada, lôstrego, lôbrego, nêspera, plêiade, sôfrego, sonâmbulo, trôpego; b) As chamadas proparoxítonas aparentes, isto é, que apresentam vogais fechadas na sílaba tónica/tônica, e terminam por sequências vocálicas pós-tónicas/pós-tônicas praticamente consideradas como ditongos crescentes: amêndoa, argênteo, côdea, Islândia, Mântua, serôdio. 3º-) Levam acento agudo ou acento circunflexo as palavras proparoxítonas, reais ou aparentes, cujas vogais tónicas/tônicas grafadas e ou o estão em final de sílaba e são seguidas das consoantes nasais grafadas m ou n, conforme o seu timbre é, respetivamente, aberto ou fechado nas pronúncias cultas da língua: académico/acadêmico, anatómico/ anatômico, cénico/cênico, cómodo/cômodo, fenómeno/fenômeno, género/gênero, topónimo/topônimo; Amazónia/Amazônia, Antó- nio/Antônio, blasfémia/blasfêmia, fémea/fêmea, gémeo/gêmeo, génio/ gênio, ténue/tênue.

7 de dezembro de 2008

DVD exames de faixa até San Dan

O professor Cid Rodrigues Júnior, VI Dan, do Grêmio Náutico Gaúcho de Porto Alegre, produziu e está comercializando DVD que engloba todos os exames de faixas até San Dan. O DVD apresenta em ótima qualidade de vídeo e som, cerca de uma hora e meia de técnicas, uma intordução à defesa pessoal. O video foi produzido em 1993 e continua atualizadíssimo. Os interessados em adquirir o DVD podem fazer contato através do e-mail: portaldojudo@portaldojudo.com ou cid.rs@terra.com.br. Que serão orientados como comprarem o DVD.

Marcelo Pernoncini Filho e Tiago Freire, uma dupla em busca do sucesso

Era um sábado, numa tarde quente de maio. O ginásio do Grêmio Náutico Gaúcho, de Porto Alegre, lotado. As torcidas promoviam um barulho ensurdecedor. Ânimos acirrados de todas as partes. No tatame, duas jovens promessas do judô gaúcho. De um lado, Marcelo Pernoncini Filho, “o Perninha”, do GN Gaúcho. Do outro, Matheus Wagner da Kiai. Em jogo, a vaga da categoria meio-leve (-66 kg), para o Campeonato Brasileiro Juvenil, em São José dos Pinhais, Paraná. Na arquibancada, os simpatizantes da Kiai de Canoas torciam pelo Matheus. Gritavam a cada entrada ou tentativa de derrubar o oponente. Em casa, os torcedores do GN Gaúcho não se intimidavam e respondiam com mais barulho. Mas não deu para Marcelo. Por um “koka”, perdeu a vaga e teve o sonho de competir um Campeonato Brasileiro adiado.

Isto para um jovem judoca seria o fim ou até mesmo o caos. Talvez, tivesse sido por alguns dias. Entretanto, não durou muito esta frustração. Marcelo ergueu a cabeça e foi à luta. Perdeu a seletiva gaúcha, porém não perdeu o prazer de treinar judô.

Fazendo um mea-culpa, observou que naquele momento não estava preparado o suficiente para competir com grandeza em um evento de nível nacional. Soube na derrota colher frutos. Disto tirou lição: precisava aprender com o corpo o que estava faltando para ser um campeão. Naquele momento, colocava um marco novo em sua vida. Perninha decidiu que treinaria com mais afinco e que todos os recursos que estivessem à sua disposição iria exaurir ao máximo. O primeiro passo foi notar que tudo que havia treinado até aquele momento não fora suficiente para tornar-se um atleta de alto nível.

Apesar dos treinos técnicos, comandados pelo sensei Cid Rodrigues Jr., serem excelentes, tendo riquezas de detalhes e muitas novidades, viu que a sua parte fisiológica estava aquém de suas expectativas. Marcelo precisava se preparar melhor para os combates, ou seja, necessitava de mais força, velocidade e “gás”.

Sabendo que os principais adversários de seu filho contavam, além dos treinamentos técnicos, com preparação física, o faixa-preta Marcelo Pernoncini, conversou com outro faixa-preta, professor de educação física e colega de treino, Tiago Freire, sobre a possibilidade de fazer um acompanhamento que englobasse treinos físicos, controle de peso, alimentação e outras coisas que fossem necessárias. Recém formado na área, Freire, de imediato, aceitou o desafio e já foi arregaçando as mangas. Entusiasmado com a idéia e com muita vontade de colocar em prática os conhecimentos adquiridos na universidade, foi logo realizando alguns testes com o judoca. Após conferir os resultados dos testes, montou um trabalho que visava, para curto prazo, uma melhora na resistência e um ganho de massa muscular. E a médio prazo a preparação física que chegasse ao ápice na seletiva para o Sul-Americano em fevereiro de 2009.

Nas tardes de terça-feira, quinta-feira e sábado, como estuda pela parte da manhã, no Colégio Dom Luiz Guanella – uma parceria entre o GN Gaúcho e o diretor Irmão Arílson – a dupla Marcelo e Tiago passou a realizar o treinamento na pista de atletismo, no Centro Estadual de Treinamento Esportivo (CETE).

OS TREINOS COMEÇAM CEDO DA TARDE - Após o trabalho na pista, professor e aluno encerram as atividades física na sala de musculação do GN Gaúcho. A partir das 18:30 hs, na segunda-feira, na quarta-feira e na sexta-feira, Perninha inicia o treinamento técnico com os professores Gustavo Guardiola e Leandro Freire – irmão de Tiago. Às 20 hs, de segunda-feira à sexta-feira, a parte técnica fica a cargo do sensei Cid Jr., que, aliás, é bacharel em Educação Física, formado na Unisinos.

A Marcelo é fornecida, através do restaurante do GN Gaúcho, a alimentação nos intervalos dos treinos à tarde e à noite. O clube também custeou as passagens aéreas para a disputa da seletiva do Pan-Americano Juvenil 2008, que foi realizada, em São Paulo, em fevereiro.

Anterior aos treinamentos físicos com Tiago Freire, Marcelo havia perdido a seletiva do Pan-Americano Juvenil 08, em são Paulo, e se sagrado campeão Sul-Brasileiro em Balneário Comburiu, em Abril.

Com a parte física mais aprimorada, passou além de competir na classe juvenil, na júnior e sênior. Em setembro, no Troféu Brasil, já na categoria leve (-73 kg), venceu por ippon Márcio Moraes, Gondoleiros, e o Anderson Cruz, Bilhar. Ainda, no mesmo mês, foi a São Paulo e conquistou o ouro nas classes juvenil e júnior, no Torneio 98 anos do Corinthians. Em outubro, foi campeão no juvenil e júnior, e lutou muito bem no sênior, ficando com a 5ª colocação.

Marcelo Pernoncini Filho, atualmente, está em preparação para a seletiva do Pan-Americano 2009, que será realizada em São Paulo, no mês de fevereiro.

9 de julho de 2008

RANKING FGJ - Máster (versão jul/08)

Clube

Nome

Score

1

SOGIPA

-73

DANIEL PIRES

600

2

GABA

-66

ALEXANDRE DE SOUZA NETTO

500

2

SOGIPA

100

ALEXANDRE PEIXOTO

500

2

GABA

-90

ANDRÉ LISBOA

500

2

GABA

-81

ANTONIO RICARDO MARQUES

500

2

SOGIPA

-81

CARLOS CAMILO

500

2

KIAI

-100

DANIEL BRASIL

500

2

GABA

-100

EDUARDO FERREIRA

500

2

GABA

-90

FLAVIO VELEDA MENDES

500

2

GABA

-81

NEI LORENÇO MORO

500

2

GABA

-60

NILCEU CAMARGO

500

2

SOGIPA

-90

RODRIGO B. CARBAJAL

500

2

GABA

-73

RONALDO SILVA DA ROSA

500

2

GABA

-100

SILVANO ATALIBA SANDER

500

15

GONDOLEIROS

-73

MÁRCIO C. DE MORAES

480

16

VIAMAO

-81

VANDERLUCIO BAUM

420

17

GAUCHO

100

AUGUSTO GENTILE NETO

350

18

GONDOLEIROS

-90

MARÇAL M. SOUZA NETO

350

19

GABA

-90

ADÃO SEVERINO PINHEIRO

300

20

GABA

-81

ALTAIR FARIAS DE VARGAS

300

21

GABA

-100

ANTENOR YUZO SATTO

300

22

CAJU

-73

FABIANO SILVA DOS SANTOS

300

23

KIAI

-66

FERNANDO FAGUNDES

300

24

GABA

-60

MARIO LOPES PEREIRA

300

25

KAI

-100

MAURICIO SCHMIDEL

300

26

CACHOEIRINHA

-66

PAULO SERGIO OLIVEIRA

300

27

GABA

-81

RONALDO FELIX DA SILVA

300

28

GAUCHO

-73

WILLY ADOLFO SCHNEIDER

300

29

BUDO KWAI

-100

JAIR EDSON ENGEL

280

30

VIAMAO

-90

LUIS ANGELINO CUNHA

280

31

GABA

-73

LUIS HENRIQUE SCHMITZHAUS

280

32

GAUCHO

-60

CARIO SOUTO NETO

250

33

IMBE

-81

LAIR FARIA

250

34

CAJU

-81

ANSELMO GOMES DA SILVA

200

35

GABA

-100

CARLOS NOGUEIRA

200

36

CAJU

-100

CLAUDIOMIRO BICCA BRITES

200

37

SOGIPA

100

JUAREZ WEINMANN

200

38

GAUCHO

-81

JULIO CESAR PORTEIRO

200

39

GERALDO SANT.

-81

JURANDIR WANLAR TEIXEIRA

200

40

KIAI

-100

LUIZ PAULO GOMES

200

41

GONDOLEIROS

-90

OTAVIO AUGUSTO DELFINO

200

42

GABA

-73

RODRIGO DE SOUZA NETO

200

43

IMBE

-90

TONI DA LUZ RODRIGUES

200

44

BILHAR

-66

JULIANO VIEIRA GONÇALVES

180

45

SOGIPA

LAERTE GIRALDI

100

46

GAUCHO

-81

MARCELO RAUP

100

47

KIAI

-81

PAULO KHEL

100

48

BUDO KWAI

-81

VALMIR DE CARVALHO

100

49

GABA

-81

WLADIMIR DA SILVA MARQUES

100

50

GAUCHO

-66

ALEXANDRE SIQUEIRA

80

51

CRUZ ALTA

-81

JEFERSON DE OLIVEIRA

80

52

NIPPON

-100

RODRIGO AZAMBUJA

80

53

CAJU

-60

CLAUDIO FELIPE VICTORIA

50

54

RECREIO

-100

HUMBERTO TOMAZI GODOY

50

55

GLOC

-73

MARCO ANTONIO PRETTO

50

56

BILHAR

-81

RAFAEL ESCARPETTI PECCI

50

57

BILHAR

100

RODRIGO DE BAIRROS BILHAR

50